Prefeita de Santa Luzia MG vai ser monitorada por tornozeleira eletrônica

Roseli Ferreira foi afastada da função em seguida ter sido presa em setembro, por ser suspeita de estar envolvida na morte de um jornalista A prefeita de Santa Luzia (MG), Roseli Ferreira Pimentel (PSB), que foi afastada de suas funções depois ter sido presa por suspeita de estar envolvida na morte de um jornalista em agosto do ano pretérito, deixou a penitenciária Estevão Pinto, localizada em Belo Horizonte, em seguida o Superior Tribunal de Justiça (STJ) preceituar prisão [caption id="attachment_20757" align="alignnone" width="300" caption="roseli-pimentel-prefeitura-santa-luzia"]roseli-pimentel-prefeitura-santa-luzia[/caption] Suspeita de ter participação na morte do jornalista Maurício Campos Rosa, do jornal “S Grito”, ela agora vai ser monitorada por uma tornozeleira eletrônica, segundo informou a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap). De convénio com informações da polícia, a prefeita teria pago cerca de R$ 20 mil, tirados da prefeitura, a uma pessoa para realizar a realização de Maurício. Na idade, as investigações apontaram que foi simulado uma compra com nota fiscal de três toneladas de mamão para merenda escolar. Com essa retirada do valor, ela cometeu outro delito: peculato – que é um transgressão de desvio de um muito ou valor público por funcionário que tenha entrada a eles em razão da sua função. G transgressão específico do servidor público Essa não é a primeira vez que a prefeita é condenada. Em outra ocasião, ela foi acusada de ter determinado que diretores de escolas municipais influenciassem pais de alunos durante as eleições. Os pedidos eram realizados por meio de mensagens enviadas por celular. De harmonia com a decisão judicial, “comentários compartilhados e as experiências narradas demonstram que as servidoras públicas em questão realizaram campanha eleitoral valendo-se dos cargos por elas exercidos na rede municipal de ensino”. A resguardo de Roseli Ferreira, o jurista Marcelo Leonardo, informou que no habeas corpus, solicitou o cancelamento do isolamento da política da Prefeitura de Santa Luzia, mas o pedido não foi julgado.   [caption id="attachment_20758" align="alignnone" width="300" caption="prefeita-santa-luzia"]prefeita-santa-luzia[/caption]  deixa prisão e é monitorada por tornozeleira

Roseli Ferreira Pimentel (PSB) havia sido presa, no dia 7 de setembro, suspeita de envolvimento na morte de um jornalista.

 

prefeita afastada de Santa Luzia, Roseli Ferreira Pimentel (PSB), deixou a penitenciária Estevão Pinto, em Belo Horizonte, neste sábado (7), depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu prisão domiciliar a ela. A política foi presa no início de setembro, por suspeita de envolvimento na morte de um jornalista em agosto do ano pretérito.

De concordância com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), a prefeita é monitorada por meio de tornozeleira eletrônica. S jurisconsulto dela, Marcelo Leonardo, informou ao G1 que havia pedido ainda no habeas corpus o cancelamento do isolamento da política da Prefeitura de Santa Luzia, mas o pedido não foi julgado.

A prefeita afastada estava presa no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte, desde o dia 7 de setembro. Ela é suspeita de envolvimento na morte do jornalista Maurício Campos Rosa, do jornal "S Grito". S delito foi em agosto do ano pretérito.

Segundo a polícia, a prefeita pagou R$ 20 mil pela realização do homicídio e para isso cometeu outro delito: peculato. As investigações apontam que o moeda saiu da prefeitura, por meio de uma nota fiscal que simulou a compra de três toneladas de mamão para merenda escolar.

Em setembro, a assessoria Executivo municipal informou que a prefeita afastada não está recebendo salário e que o vice, Fernando César de Almeida Nunes Rezende (PRB), assumiu a gestão do município.

Roseli teve o procuração cassado cinco vezes e ainda estava no função por motivo de liminar. Ela e o vice-prefeito, Fernando Rezende, são acusados de captação ou gasto ilícito de recursos financeiros na campanha eleitoral.

 

Outra pena

 

Roseli já havia sido condenada em primeira instância por outra irregularidade. Nesta ação, ela foi considerada culpada de ter determinado, por meio de mensagens enviadas por celular, que diretores de escolas municipais influenciassem pais de alunos durante as eleições.

Segundo a juíza eleitoral Arlete Aparecida da Silva Coura, houve agravo de poder político e econômico. Ela teria se aproveitado de sua influência política e dos recursos municipais para proporcionar a sua candidatura. A prefeita é acusada de ter determinado, por meio de mensagens enviadas por celular, que diretores de escolas municipais influenciassem pais de alunos durante as eleições.

De concórdia com a decisão judicial, “comentários compartilhados e as experiências narradas demonstram que as servidoras públicas em questão realizaram campanha eleitoral valendo-se dos cargos por elas exercidos na rede municipal de ensino”.

S prefeita e o vice foram declarados inelegíveis por oito anos e ainda foram condenados a remunerar multa de R$ 15 mil.

  Fonte: G1 e Internet