Quantum Fly: um surpreendente smartphone brasílico #Review

AVISO DE TEXTÃO!
Como o review dessa semana é de um smartphone de uma marca pátrio que surgiu no ano pretérito, tentei ser detalhista e deixar minhas impressões do meu mês com um Quantum Fly. E, também, fazia um baita tempo que eu não tinha tempo para ar. Se você está considerando a compra e tiver alguma incerteza, não esquece de deixar seu glosa!
Para quem ainda não ouviu falar da Quantum. A marca surgiu no ano pretérito e o primeiro aparelho dela foi o Quantum Go, smartphone que apresentava boas configurações com um preço camarada. A empresa é uma das marcas do grupo Positivo Informática e conquistou boa secção dos consumidores que tiveram aproximação ao resultado. Não à toa, o novo padrão teve seu primeiro lota de produção (que é pátrio) esgotado.
S lançamento de 2016 é o Quantum Fly, smartphone que conta com um processador de dez núcleos – o primeiro no Brasil – e sensor de do dedo. De face, acredito que o Fly é ainda surpreendente do que o Go. Especialmente, por conta do seu design. S aparelho une um pintura de Gorilla Glass 3 com uma traseira de alumínio. S resultado final agrada bastante aos olhos desse cansado aspirante a blogueiro. Mas, vou falar desse objecto no parágrafo que vem...
Design: ótima primeira sensação
Ao penetrar a caixa do Quantum Fly, você será recebido por uma mensagem dos três executivos adiante da empresa, convidando o consumidor a participar da comunidade de fãs da marca. Várias das escolhas foram sugeridas pelos fãs da empresa, segundo o trio que lidera a Quantum. Confesso que o Quantum Fly me pegou totalmente desprevenido. Com corpo de alumínio e pesando só 140 gramas, o celular da marca brasileira é bastante encantador. S Fly tem uma pegada confortável e conta com bordas ligeiramente curvas (o que a empresa chamou de conclusão 2.5D).

Na secção de inferior, o aparelho conta com duas saídas de áudio, a ingressão para carregamento e transferência de dados via micro USB. Na secção de cima, o Quantum Fly traz uma ingressão para fones de ouvido P2 (3.5 mm) em na lateral direita, estão os controles de volume e também o botão para vincular/desativar a tela. Já na lateral esquerda, fica a gaveta para chips de celular (são dois: 1 slot para nano SIM e outro para micro) e cartões de memória microSD (expansível até 128 GB).
A traseira do Quantum Fly conta com um sensor de impressões digitais e um remate fosco em alumínio. S aparelho que foi enviado para o blog era cinza, mas a marca colocou no mercado duas opções: azul e rosa.
Na secção da frente há duas bordas pretas: a superior conta com uma saída de som, sensor de câmera e flash. A secção de insignificante conta exclusivamente com uma filete preta, sem botões ou qualquer outra função. S conjunto final é bastante interessante e labareda a atenção para o Fly. Como pontos negativos durante o dia a dia, diria que essa filete preta sem nenhuma função poderia ser menor, dando espaço para a tela.
S Quantum FLY tem um design confortável e interessante
Outra escolha que não me agrada é colocar os botões de volume próximos ao botão de vincular do aparelho. Isso porque eu quase desliguei a tela ou o celular algumas vezes, enquanto tentava baixar o volume. S sensor de do dedo na secção de traz do aparelho é um dos recursos que a marca diz ser um pedido dos consumidores. Discreto, o sensor tem funcionamento eficiente.
Na minha opinião: poderia ser frontal esse sensor. Tentando “descobrir” esse sensor eu já deixei o aparelho escorregar da minha mão algumas vezes. Mas, podem colocar na minha conta de #mimimi ou mãos fracas. No término, a sensação que fica é positiva do aparelho, apesar de um ou outro escorregão. ¯_(ツ)_/¯
Tela Full HD: boa
Na secção da frente, o consumidor é saudado por uma tela de 5,2 polegadas com solução Full HD (1080 por 1920 pixels), com uma densidade de 423 PPI. As imagens são bastante claras e, realmente, uma imagem em Full HD é bastante suficiente para quem curte vídeos no YouTube, vídeos em redes sociais e a navegação em universal.

S Quantum Fly também oferece tecnologia MiraView, que permite ajustar cintilação, saturação, contraste, nitidez e temperatura de cor da imagem. Ainda é provável a emprego de um filtro de luz azul para usar o aparelho sem que isso prejudique o seu sono. Quando o quesito é áudio, o Fly conta com saídas de áudio exclusivamente razoáveis, mas compensa com a presença de rádio FM integrado. Para usar, basta conectar os fones de ouvido, que serão usados porquê antena.
Desempenho: não faz mal-parecido
Outro dos diferenciais do Quantum Fly é ser o primeiro smart a trazer para o Brasil um processador de dez núcleos, o deca-core MediaTek Helio X20. Os dez núcleos contam com processamento de até 2.1 GHz, memória RAM de 3 GB e 32 GB de memória interna.
Isso tudo resulta em um smartphone capaz de rodar boa secção dos aplicativos da Play Store sem muitos problemas. Não notei engasgos na transição entre aplicativos rodando ao mesmo tempo no Quantum Fly. Entretanto durante alguns jogos, dá para perceber um aquecimento na traseira do celular – o que já virou “normal” hoje em dia.

Dois dos grandes sucessos mobile atuais, Snapchat e Pokémon Go, são ótimos para mensurar o poder dos celulares atualmente. Nos meus casos de uso, a rede social se saiu muito. Cobrindo a BGS, tive fiz Snaps para caramba e o Fly não reclamou. Já na caça dos monstrinhos, o app travou algumas vezes. Nesse caso, acho que a culpa tem que ser dividida, já que apps porquê Pokémon Go são praticamente um terror para qualquer obreiro por conta dos recursos que demanda.
De forma universal, o Quantum Fly se saiu muito no dia a dia. A bateria do aparelho também se comportou muito muito. São 3.000 mAh, o suficiente para chegar até o final de um dia sem precisar carregar o aparelho no meio do caminho. Seria ótimo se o Fly tivesse carregamento rápido, em universal, o smartphone demorava quase 2 horas para carregar. Mas, porquê deixava esse carregamento para a secção da noite, não foi uma experiência frustrante.
A obreiro brasileira não ousou muito nas personalizações do Android e esse é um acerto na interface do Quantum Fly. S smartphone brasílico vem com um Android 6.0 Marshmallow instalado e adições discretas: um gravador de voz e uma opção fácil para backups, além da troca de alguns ícones. Menos é nesse caso, já que o Android se consolida porquê um sistema bastante completo e realmente não precisa de “penduricalhos”.
DashCam e Quantum+
Outras duas personalizações que a Quantum traz ao aparelho: DashCam e Quantum+. S primeiro é um aplicativo que grava os seus últimos 20 minutos de trajeto, permitindo que você tenha imagens do seu dia a dia gravadas. S que é útil, especificamente, para quem dirige em cidades com trânsito perigoso e meio caótico, porquê nossas grandes capitais.
Já o Quantum + é a comunidade de fãs da empresa que permite que os usuários troquem ideias sobre seus aparelhos da marca ou mesmo sobre temas do mundo de tecnologia.
Câmera: ok, precisamos conversar

Bateria, tela e câmera. Esse é o tripé que sustenta qualquer smartphone top no mercado. Ok, talvez o design também possa ser amplificado, mas é uma particularidade óbvia, sua sensação não vai mudar depois da compra. Agora, veste é que as pessoas perdoam algumas escorregadas em outros elementos. Todo celular pode ter uma engasgada, não é zero de outro mundo.
Entretanto, quando se fala de tela, câmera ou desempenho de bateria, a coisa fica feia. Bom, tudo isso para expressar que a câmera principal do Quantum Fly fica detrás na confrontação com os sensores dos modelos que a própria marca escolheu para se confrontar (Galaxy S6, LG G5 SE, iPhone 6 e Moto X Force).
Eu explico: o conjunto do Quantum Fly tem uma câmera principal de 16 MP, preâmbulo de lente f/2.0, infravermelho, flash led duplo e foco automático. Esse último elemento é justamente o que atrapalha e faz a câmera do aparelho ser lenta tanto na hora de focar em um objeto quando no disparo. Especialmente quando o flash era necessário. Isso realmente pode enfadar as pessoas quando você só quer tirar o celular do bolso e fazer uma foto rápida.
Perder um momento legítimo também dá uma sensação ruim – alguma coisa que acontecia na idade das digitais (alguém lembra disso?). Mesmo que alguns não se importem, a falta de velocidade no sensor principal do Fly é um escorregão que prejudica a avaliação universal do smartphone.
Falando do resultado das imagens: o Quantum Fly faz fotos boas. A câmera de selfies tem 8 MP, flash frontal e se beneficia, principalmente, de um ângulo de 80 graus (para caber a galera toda no seu clique). Há ainda um modo PIP, que tira uma selfie ao mesmo tempo que tira outra foto com o sensor principal. Melhor mostrar do que tentar explicar (dá uma olhada na foto 4, que eu apareço do lado do meu camaradinha Bigorna):
A sensação que fica é que o conjunto da obra não é ruim, mas poderia ser muito melhor. Se você quer filmar com o Quantum Fly, a solução será Full HD. Um dos recursos interessantes que o aparelho traz dos tops de risca é um modo de câmera lenta.
Quantum Fly contra rapa

S Quantum Fly foi lançado com o preço sugerido de R$ 1.449 (em até 10x sem juros) ou por R$ 1.299 (para pagamento à vista). Essa fita de preço pode ser considerada perigosa para a obreiro. S smartphone brasiliano tem algumas vantagens em relação aos modelos intermediários de marcas famosas lançados em 2016, porquê Moto G4 Plus, Galaxy A3 (2016), dentre outros. Principalmente, por conta de especificações de processador, RAM e presença do sensor de do dedo. Vale lembrar que, um smartphone é um conjunto, não adianta ter vantagem em uma particularidade se você não entrega um pacote consistente. E, não, isso não é conversa de boleiro...
No entanto, o Quantum Fly mira elevado e se compara com modelos topo de risco de 2015 e até de 2016. E aí a coisa complica. Vários dos modelos lançados em 2015 já são encontrados com valor muito próximo dos R$ 1.500 no mercado. No comparativo de câmera, por exemplo, entre Galaxy S6 ou LG G5 SE versus um Quantum Fly, o resultado não é muito aprazível para o smartphone brasílico. As telas de todos os concorrentes listados pela Quantum também são melhores em solução (à exceção do iPhone 6, lançado ainda em 2014).
Portanto, o Quantum Fly, na minha opinião, fica muito posicionado entre os intermediários premium e tem espaço para lucrar consumidores. Especialmente quando falamos do seu preço à vista.
Quantum Fly: vale a pena?
Há alguns reviews eu já digo que não existe smartphones ruins no mercado. Peço desculpa pelas comparações canastronas com o “não existe histrião no futebol”, mas é a veras. A evolução tecnológica e a concorrência intensa no mercado fizeram com que as fabricantes entregassem celulares com processamento, câmeras e design. Dentro desse cenário, é uma grata surpresa a chegada da Quantum, uma marca brasileira de smartphones, brigando em pé de paridade com fabricantes mundiais.
S Quantum Fly é um voo cimeira da trajetória da marca brasileira, que “fez a prelecção de moradia”. Com uma bateria capaz de segurar o dia a dia dos consumidores, um design interessante, sensor de sensação do dedo e um preço que não faz ninguém desabar da cadeira. S Fly é uma opção atingível e interessante para os brasileiros.
Claro que é necessário fazer escolhas no processo de tornar o aparelho competitivo. Duas delas que podem ser melhores nas próximas edições são câmera e tela. S display do aparelho não faz mal-parecido, mas também não encanta – o que é esperado de um smartphone high-end. Já a câmera talvez seja o ponto fora da curva em um aparelho que “joga certinho, fechado na resguardo e mortal nos contra-ataques”. Olha aí, já estou misturando as coisas de novo...
S resumo da ópera é que a Quantum entrega um smartphone capaz de fazer frente na “secção de cima da tábua” dos intermediários com recursos premium no Brasil. Se você está procurando por um aparelho nessa fita de preço, realmente vale a pena considerar o Quantum Fly.
The Quantum Fly: um surpreendente smartphone brasílico #Review on Testou.
Fonte: R7 Testou