Pink Tax: produtos destinados a mulheres são mais caros

Brenda Alcântara/LeiaJáImagens
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A cultura das cores porquê simbolismo de gênero está arraigada nas tendências tradicionalistas do ser humano, mas quem determinou que “rosa é cor de moça e azul é cor de menino”? Nos dias atuais, o fenômeno divulgado porquê Pink Tax labareda a atenção dos consumidores: produtos fabricados em tons de rosa, voltados ao público feminino, chegam às prateleiras com valores elevados do que o mesmo item de cor considerada masculina.

Em tradução direta para o português, a Taxa Rosa já foi analisada através de um levantamento do departamento de Consumer Affairs (DCA) de Nova York, que chegou à desfecho o fenômedo de roupa existe. Com esse cenário, as consumidoras se veem diante de preços abusivos se quiserem comprar produtos da cor desejada.

“Esse efeito é muito negativo. Um contraditório que o mesmo resultado que é feito praticamente do mesmo jeito seja custoso só porque é pra mulher. Vemos essa relevo em barbeador, itens esportivos e até vitaminas”, ressaltou a estudante, Laura Oliveira. 

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A jornalista Jessica Mota aponta que os preços elevados superam até a questão da cor. “S fenômeno tem porquê intuito a mulher. Nós podemos ver os preços altos independentemente de estar ligado ao rosa ou em cores ditas femininas. Vemos isso até mesmo em cortes de cabelo. Esse tipo de trabalho feito em homens é muito barato do que o praticado para as mulheres”. 

S Portal Já verificou em lojas do Recife porquê o fenômeno e sua elevação de produtos está aplicado no mercado da cidade. Por exemplo, um sapato de canudo cimeira, em epiderme sintético e padrão idêntico, é muito em conta no padrão masculino em relação ao feminino. Nas cores cinza e azul, o resultado custava R$ 249,99. Enquanto nas cores rosa e lilás o valor subiu para R$ 329,99. 

Já a consumidora que desejar levar uma blusa básica no tom salmão terá que desembolsar R$ 39,90, enquanto o varão para comprar o mesmo resultado, na cor azul, fará uma economia de R$ 10. “Percebo esse aumento de valores sempre nos aparelhos de depilação e barbeadores. A versão feminina é sempre rosto”, alegou a médica Renata Cabral. Nas farmácias, é provável ver a disparidade nos preços. 

A contadora Maria Rafaela dos Santos analisa que “tanto nos casos da Gillette quanto às roupa esportivas, a material-prima é a mesma usada nos artigos para os dois gêneros. A fabricação não justifica esse aumento nos preços. Isso deve estar coligado ao marketing, ligando a mulher a alguma coisa frágil, mas isso só engana e faz os preços subirem. Acho que é só uma forma de diferenciar os produtos, ganhando uma risca e, consequentemente, um nicho pra aumentar o consumo e o lucro”. 

Produtos infantis

G provável ser visto o direcionamento dos produtos às mulheres e aos homens desde muito cedo, a partir dos produtos infantis. A realce de gênero nos preços é perceptível em detalhes simples, porquê na cor da embalagem ou das figuras desenhadas no resultado. 

Uma mamadeira verdejante é etiquetada por R$ 17,99. S consumidor que pretender comprar a rosa terá o dispêndio salso: R$ 21,99. Os pais de bebês poderão optar por forrar se quiserem comprar o porta chupetas no tom azul. Este item custa R$ 9,99; em contrapartida, o rosa carrega o valor de R$ 14,99. 

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Fonte: LeiaJá - Economia