S ser humano tortura, mata e come outras espécies de animais por falta de informação e egoísmo

1 O ser humano tortura, mata e come outras espécies de animais por falta de informação e egoísmo

Após um hiato de algumas semanas cá na minha pilar no por estar ocupado com o projeto Entrevista-se (conheça cá), gostaria de voltar com um texto jubiloso e para cima. Mas o indumentária é que os ativistas pelos direitos dos animais estão incessantemente à orla de uma depressão profunda.

Além de lutar para que as outras espécies de animais não sejam mortas pelos humanos, nós ativistas temos que cuidar do próprio psicológico. Estou desde 2007 atuando diariamente em prol do veganismo e, nesse meio tempo, conheci centenas de pessoas e algumas dezenas de ativistas muito atuantes na pretexto. Todos correm o risco de ficarem doentes por conta da sensação de insuficiência ao ver tanta injustiça por motivos completamente banais.

Tentei descobrir explicações esotéricas porquê “carma” ou “orientação” para entender porque as pessoas continuam comendo produtos oriundos do sofrimento dos animais em pleno ano de 2016. Mas não encontrei, óbvio, logo trago o que achei: dois motivos muito pragmáticos.

Falta de informação é o primeiro deles e o que abrange a maior secção da população. Poderíamos falar cá de forma genérica, citando a população mundial porquê um todo. Mas vamos exercitar nosso cérebro de forma pessoal e, para isso, sugiro que você imagine toda a população mundial porquê sendo somente a sua família e alguns amigos próximos.

Podemos presumir que grande secção deles não tiveram ainda a informação do que acontece com os animais para chegarem aos cardápios dos restaurantes e aos supermercados em pedaços. Embora atualmente os veganos estejam o tempo todo na grande mídia, vamos dar o favor da incerteza aos nossos amigos e familiares.

Se não há informação suficiente – ou se gentilmente assumirmos que não há, justamente para evitar o atrito –, fica fácil ter paciência para explicar tudo de novo sobre o veganismo. Sobre as proteínas, sobre o trajo da produção de laticínios e ovos também torturarem e matarem animais e outras coisas.

Mas o difícil – e o leitor vegano há de concordar comigo – é quando a pessoa tem informação escorrendo pelo nariz e tatuada na testa e mesmo assim continua colaborando para o sofrimento dos animais. “Ah, mas eu não vivo sem queijo!” – uns vão manifestar.

Não encontrei outra termo para definir esse posicionamento lamentoso, senão egoísmo. “Ah, mas eu não tenho tempo.” – alguns vão discutir. P compreensível pelo modo de vida que adquirimos, mas quem realmente quer, consegue. Uma dica de ouro para enxergar o veganismo porquê alguma coisa viável e fácil: concentre-se nas vítimas, não no paladar e muito menos nas desculpas.

Já imaginou se todos os produtos de origem bicho disponíveis no Brasil fossem de origem canina? Leite de cadela, picanha de pastor germânico e feijoada com patas de labrador. Aposto que muita gente se empenharia em procurar opções veganas para o seu dia a dia.

Se você ainda consome carnes, laticínios ou ovos em que grupo você está? No dos mal informados ou no dos egoístas? Seja porquê for, aprenda sobre o veganismo e dê um passo para um mundo justo para todas as espécies. Sempre é tempo. No a seguir coloquei os primeiros passos que considero fundamentais para quem quer ser vegano: www.sejavegano.com.br.

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Fonte: Blog Fabio Chaves