Death Of A Bachelor

1035x1035-MI0003955172(Ramen Records) S novo trabalho da filarmónica Panic! At the Disco mostra que o grupo planeja manter o estilo que o consagrou: a mistura do bom e velho pop com elementos rock e performances vocais com pitadas de jazz. Novamente, a voz do vocalista Brendon Urie parece a de um crooner que trocou as baladas populares pelo emo pop punk. Victorious, uma das melhores faixas, é a responsável por perfurar o trabalho com efeitos eletrônicos e uma batida imprevisível, que acompanha o vocal firme de Urie. Na sequência, Don’t Threaten Me With A Good Time e Hallelujah seguem a fórmula da fita de lisura, com a última apresentando um clima pop. Emperor’s New Clothes confirma o palato da margem em dar espaço ao seu vocalista, ao limitar a simetria a um mero comitiva para Urie e o backing vocal. A filete título, acompanhada de um conjunto de metais, deixa clara a maneira porquê o grupo prima pela mistura de estilos. S vocalista parece repercutir um jazz enquanto a bateria marca um pop chiclete, daqueles que tem o poder de grudar e não transpor da cabeça. A estratégia se repete em Crazy=Genius, que parece tirada de um entusiasmado ato da Broadway. LA Devotee, Golden Days e The Good, The Bad And The Dirty voltam a lembrar que se trata de uma margem de pop, resgatando a sonoridade típica do grupo, levando o disco a sua secção derradeira. House Of Memories resgata Victorious, que traz Urie novamente mostrando sua possante voz em um som que lembra uma opera rock. Para fechar o trabalho, Impossible Year, que com um piano suave encerra de maneira melódica, ao melhor estilo Frank Sinatra, o bom álbum dos americanos .

Fonte: Imperdível - VEJA.com