Famílias Circenses podem se tornar patrimônio imaterial brasileiro

Sula Mavrudis, membro do Conselho Estadual de Política Cultural (Consec)
Sula Mavrudis, membro do Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), do segmento do Circo, e Mayara Mattos deram entrada no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, da documentação referente à instauração de processo de Registro das Famílias Circenses como patrimônio imaterial brasileiro.
O dossiê é composto de um esboço histórico das famílias tradicionais de circo que vieram para o Brasil e outras que se configuraram nesses últimos séculos de produção social e artísticas dos circenses em território nacional, assim como um material jornalístico e um pequeno acervo fotográfico que registra a rotina diária circense. Constam também nessa documentação a caracterização dos modos de vida e da expressão identitária das famílias circenses, seus fazeres artísticos, assim como os mestres e mestras responsáveis pela perpetuação dessa tradição tão antiga e rica que se consolida a cada geração.
O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, recebeu com entusiasmo a informação e destaca a relevância da iniciativa. “Os grupos familiares circenses constituem-se, de fato, em notável núcleo cultural guardião milenar das artes e saberes do mundo do Circo. Reconhecer essa importância, visando à proteção e à salvaguarda da Família Circense, torna-se, por conseguinte, um dever das políticas públicas de cultura. O registro como patrimônio imaterial, pelo IPHAN, será medida de excepcional valor para o êxito da tarefa que nos cumpre a todos executar”.
Sula Mavrudis, membro do Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), do segmento do Circo, e Mayara Mattos deram entrada no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, da documentação referente à instauração de processo de Registro das Famílias Circenses como patrimônio imaterial brasileiro.
O dossiê é composto de um esboço histórico das famílias tradicionais de circo que vieram para o Brasil e outras que se configuraram nesses últimos séculos de produção social e artísticas dos circenses em território nacional, assim como um material jornalístico e um pequeno acervo fotográfico que registra a rotina diária circense. Constam também nessa documentação a caracterização dos modos de vida e da expressão identitária das famílias circenses, seus fazeres artísticos, assim como os mestres e mestras responsáveis pela perpetuação dessa tradição tão antiga e rica que se consolida a cada geração.
O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, recebeu com entusiasmo a informação e destaca a relevância da iniciativa. “Os grupos familiares circenses constituem-se, de fato, em notável núcleo cultural guardião milenar das artes e saberes do mundo do Circo. Reconhecer essa importância, visando à proteção e à salvaguarda da Família Circense, torna-se, por conseguinte, um dever das políticas públicas de cultura. O registro como patrimônio imaterial, pelo IPHAN, será medida de excepcional valor para o êxito da tarefa que nos cumpre a todos executar”.
Sula Mavrudis, membro do Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), do segmento do Circo, e Mayara Mattos deram entrada no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, da documentação referente à instauração de processo de Registro das Famílias Circenses como patrimônio imaterial brasileiro.
O dossiê é composto de um esboço histórico das famílias tradicionais de circo que vieram para o Brasil e outras que se configuraram nesses últimos séculos de produção social e artísticas dos circenses em território nacional, assim como um material jornalístico e um pequeno acervo fotográfico que registra a rotina diária circense. Constam também nessa documentação a caracterização dos modos de vida e da expressão identitária das famílias circenses, seus fazeres artísticos, assim como os mestres e mestras responsáveis pela perpetuação dessa tradição tão antiga e rica que se consolida a cada geração.
O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, recebeu com entusiasmo a informação e destaca a relevância da iniciativa. “Os grupos familiares circenses constituem-se, de fato, em notável núcleo cultural guardião milenar das artes e saberes do mundo do Circo. Reconhecer essa importância, visando à proteção e à salvaguarda da Família Circense, torna-se, por conseguinte, um dever das políticas públicas de cultura. O registro como patrimônio imaterial, pelo IPHAN, será medida de excepcional valor para o êxito da tarefa que nos cumpre a todos executar”.
Sula Mavrudis, membro do Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), do segmento do Circo, e Mayara Mattos deram entrada no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, da documentação referente à instauração de processo de Registro das Famílias Circenses como patrimônio imaterial brasileiro.
O dossiê é composto de um esboço histórico das famílias tradicionais de circo que vieram para o Brasil e outras que se configuraram nesses últimos séculos de produção social e artísticas dos circenses em território nacional, assim como um material jornalístico e um pequeno acervo fotográfico que registra a rotina diária circense. Constam também nessa documentação a caracterização dos modos de vida e da expressão identitária das famílias circenses, seus fazeres artísticos, assim como os mestres e mestras responsáveis pela perpetuação dessa tradição tão antiga e rica que se consolida a cada geração.
O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, recebeu com entusiasmo a informação e destaca a relevância da iniciativa. “Os grupos familiares circenses constituem-se, de fato, em notável núcleo cultural guardião milenar das artes e saberes do mundo do Circo. Reconhecer essa importância, visando à proteção e à salvaguarda da Família Circense, torna-se, por conseguinte, um dever das políticas públicas de cultura. O registro como patrimônio imaterial, pelo IPHAN, será medida de excepcional valor para o êxito da tarefa que nos cumpre a todos executar”.
Fonte: Notícias
