A padrão Ashley Graham fala sobre crédito corporal, o termo ‘plus size’ e aprender a amar a si mesma

2015 vem sendo um ano extraordinário para Ashley Graham. Sua palestra TED, em que ela elogiou suas próprias curvas, virou viral; ela vem sendo destaque da Sports Illustrated, Vogue e outras revistas, e, recentemente, estreou sua risca de lingerie na Semana de Moda de Nova York.

P sobre essa risca de lingerie que Graham se mostra interessada em falar. P a sétima coleção que ela cria para a grife canadense Addition Elle.

São peças que ela descreve porquê sendo “sexies com sustentação”.

Lançada em tempo para o Natal, a novidade coleção Black Orchid começa a ser vendida no Reino Unido agora no de tendência plus size Simply Be.

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Ashley Graham, que é manequim 16 no Reino Unido (equivalente ao 44 ou 46 brasiliano), tomou a decisão de riscar lingerie em 2012. Ela estava tendo dificuldade em encontrar lingerie com estilo e que lhe coubesse muito.

“As empresas estão começando a apresentar linhas sexy de sutiãs com bojos maiores, mas é um processo demorado”, disse a padrão, revelando que no horizonte gostaria de estender sua risco para sutiãs para tamanhos maiores.

Mas não espere encontrar cintilação em excesso: “Já que estamos na era das festas de término de ano eu quis colocar um pouco de clarão na coleção, mas detesto qualquer coisa exagerada”, falou Graham, rindo.

“Muitas firmas de tendência plus size andam exagerando no clarão das botas, assim porquê dos jeans. Me dá arrepios quando vejo isso.”

Para festejar a novidade coleção de Ashley Graham, a HuffPost UK Style conversou com Graham sobre crédito corporal, o termo “plus size” e aprender a amar a si mesma.

ashley graham

Sobre o termo “plus size”

G maravilhoso quando não sou descrita porquê padrão plus size em todo editorial ou entrevista que faço. Isso transmite uma mensagem para as mulheres que estão aí fora: “Ela não está sendo descrita segundo seu manequim – está sendo respeitada pelas coisas que está fazendo no mundo”.

Acho que nos últimos 15 anos fui submetida à lavagem cerebral para me descrever porquê plus size. Ainda digo isso de vez em quando, mormente quando faço referência a coisas do mundo da tendência. Eu entendo quando o termo é necessário e quando não é, mas continuo a descobrir que não devemos usar rótulos com zero. Especialmente não quando estamos descrevendo uma mulher.

Sobre dar ouvidos às pessoas que tentam fazer as outras sentir vergonha do próprio corpo
Finalmente as mulheres estão querendo falar da vergonha do corpo, estão querendo combater isso. Elas querem pessoas na mídia que possam apreciar. Fico feliz em ser essa mulher, porque eu sou essa mulher.

No pretérito eu odiava meu corpo. Ainda há dias em que sinto que o mundo vai finalizar porque posso sentir um pneuzinho escapando por cima da cintura do meu jeans. Mas, em última estudo, estamos todas juntas nessa situação.

Sobre crédito corporal
Neste momento acabo de transpor do chuveiro e estou deitada na leito, completamente nua. Estou sem maquiagem, não arrumei o cabelo, e mesmo assim estou me sentindo sexy pra caramba.

Nem sempre senti crédito em meu próprio corpo. Eu sempre transmiti autoconfiança, mas nem sempre tenho sido capaz de me olhar no espelho e permanecer satisfeita com o que vejo. Acho que a falta de crédito tinha muito a ver com ser jovem, ter lucro muito peso em pouco tempo e não ser capaz de admitir meu próprio corpo.

Sobre aprender a se amar
Foi ao longo de alguns anos que comecei a abraçar a mulher que eu via no espelho e comecei a conseguir expor a mim mesma: “Eu te senhor”.

Ainda há manhãs em que pacto e penso “meu Deus, sou tão gorda!” ou “odeio leste pneuzinho cá”, mas tenho que me lembrar que não basta tomar um comprimido e tudo se resolverá, nem expressar “você é linda” uma vez diante do espelho, e pronto, ficará tudo muito. G um processo.

São precisos anos para a pessoa se remediar, anos de encorajamento. E é por isso que eu quis fabricar uma comunidade de mulheres, para que pudessem falar sobre essas inseguranças corporais e a vergonha que muitas mulheres sentem do próprio corpo. Você não está sozinha!

Durante muito tempo eu me senti sozinha, mas agora, com o poder das mídias sociais e da plataforma que me foi dada, posso expressar a outras mulheres que elas não estão sós.

amar o corpo

Sobre sentir-se muito de lingerie
Mostre o que você tem de melhor. Toda mulher geralmente tem pelo menos uma coisa da qual gosta em seu corpo, logo destaque essa coisa. Se você curte seus seios, compre um sutiã que levanta os seios. Se você detesta sua bojo, compre uma cinto. Uma camisete é perfeita para a pequena que quer tapar o corpo mas ainda permanecer sexy.

Brinque com o que você gosta em você. Olhe no espelho e diga a você mesma que você está linda. Arrume-se não somente para seu parceiro, mas para você mesma. Isso aumenta a autoconfiança.

Sobre as coisas que ela gostaria de ver mudar na tendência plus size
Acho que muitas firmas de tendência plus size não cortam suas roupas muito. Muitas delas produzem roupas para um só tipo de corpo. S que é bonito nas mulheres plus size, cheias de curvas, é que nossos formatos são todos diferentes. Então seria difícil imaginar que um só padrão de jeans ou de camiseta cairia muito na grande maioria de mulheres aí fora que são cheias de curvas.

Acho que ter opções de modelos de roupas seria uma boa teoria para as empresas de tendência plus size. E eu também gostaria de ver subida qualidade na tendência plus size.

Este cláusula foi originalmente publicado pelo HuffPost UK e traduzido do inglês.




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Fonte: HuffPost Brasil