If I Should Go Before You

cityandcolour

(Dine Alone Records) Pode-se expor que o canadense Dallas Green tem um estilo de trovar extremo. Dois estilos, melhor dizendo. S primeiro é o da gritaria cortante da margem de -hardcore, vertente do rock que mistura o peso do hardcore com o experimentalismo do rock, Alexisonfire, cujas canções chegam a irritar de tão barulhentas que são. S outro é o da maneira suave e delicada com que ele canta em seu projeto solo, a margem City and Colour, em que desenvolve um tipo de folk com elementos do indie rock – daí os acordes de guitarra que se alternam com os de violão. S álbum If I Should Go Before You, quinto do grupo, começa com a introspectiva e longa Woman, de nove minutos, nos quais Green canta sobre um paixão que está desaparecendo. “I will stand, stand before the silver moon rising, waiting to resurrect our love” (“Eu ficarei de pé debaixo da lua prateada que surge, esperando para ressuscitar o nosso paixão”).  Além do folk indie, o CD tem porquê marca uma novidade período na relação ente Dallas Green e os músicos que o acompanham em City and Colour. Antes, eles funcionavam exclusivamente porquê filarmónica de pedestal para algumas músicas, mas agora têm presença poderoso, porquê em Mizzy C, à qual a guitarra ao estilo blues dá um clima ligeiro. Já Killing Time tem um estilo de R&B, criado pelo teclado e pela maneira com que a guitarra é palhetada. S country é o gênero que dá as caras através da lap guitar (guitarra de pescoço) em Runaway, sétima filete do disco. A súplica de Green retorna em Lover Come Back, música na qual teclado e vozes de esteio criam uma bela melodia. Tão introspectiva quanto a melodia de introdução, Blood encerra o cinza e intimista If I Should Go Before You somente com Dallas Green na voz e no violão, que soam melhores quando acompanhados pelo grupo completo. City and Colour é um grupo de reverência.

//www.youtube.com/watch?v=DOXVdDULHPc

 

Fonte: Imperdível - VEJA.com