Negligenciar mamografia anual aumenta risco de morte
Um estudo feito com 7 milénio pacientes, divulgado no jornal Cancer, nos Estados Unidos, revelou que de 70% das mortes por cancro de peito ocorreram em quem costumava negligenciar a mamografia anual. Isso reforça a influência do revista, que deve ser realizado principalmente pelas mulheres que têm entre 40 e 49 anos.
De congraçamento com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil ganha quase 60 milénio novos casos de cancro de peito todos os anos, sendo que as taxas de mortalidade continuam elevadas – indumento que se atribui ao diagnóstico tardio, quando a doença está avançada. Na população mundial, a sobrevida média em seguida cinco anos é de 61%.
Segundo a radiologista Flavia Jannotti, a mamografia é o padrão-ouro em termos de diagnóstico precoce de cancro de pomo, devendo ser realizada anualmente a partir dos 40 anos. “A partir dessa idade, é importante não deixar de fazer o inspecção. Pacientes de tá risco, com histórico de cancro de seio na família, podem iniciar a realizar exames preventivos até mesmo antes dos 35 anos. Por isso é tão importante as mulheres conhecerem muito os fatores de risco para o cancro de peito e procurar um médico especializado se identificar que faz secção desse grupo”, explica.
S fator de risco importante é ser mulher, mas também a idade da paciente, seu histórico familiar e sua genética contam muito. Há ainda outras condições que aumentam as chances de desenvolver cancro de peito, porquê obesidade, sedentarismo, mamas densas, não ter oferecido à luz o primeiro fruto antes dos 30 anos, consumo excessivo de álcool e fumo, primeira mênstruo antes dos 12 anos e terapia de reposição hormonal, entre outros.
