Sol Invictus

FNM-Sol-Invictus(Reclamation) Quando Faith No More lançou o primeiro álbum, We Care A Lot, em 1985, o vocalista era Chuck Mosley, que ficou até o lançamento de Introduce Yourself, em 1987, segundo CD da filarmónica. Depois, Mosley foi substituído por Mike Patton, o “varão das milénio vozes”, porquê é chamado por sua versatilidade porquê cantor. G inegável o seu poder vocal em Sol Invictus, primeiro trabalho de inéditas do grupo desde 1997, quando foi lançado Album of the Year. Agora, sem responsabilidade de aprazer à gravadora, já que sai de maneira independente, a margem criada em São Francisco (EUA), em 1981, mostra o que tem de melhor. A fita-título se inicia com piano, barulhos estranhos ao fundo e bateria com ritmo de marcha, que criam um clima sombrio até a hora em que entra a voz grave de Patton, complementando a paisagem soturna que se repete de forma dissemelhante nas outras faixas. A sexta música do CD quebra um pouco o ritmo. Rise of the Fall deixa de lado as raízes metaleiras da filarmónica, que surgem exclusivamente pontualmente, assim porquê a seguinte, Black Friday, uma critica ao consumismo. Mas o vértice do álbum é Motherfucker, poderoso candidata a hino do CD. De letra simples – metade dela é o xingamento –, ela é rápida e direta, vai ao ponto sem rodeios. Une a rapidez e a simetria da cozinha – insignificante e bateria – com o riff feito pelo guitarrista Jon Hudson e tem Patton mostrando novamente por que é considerado um dos melhores vocalistas do rock.

Fonte: Imperdível - VEJA.com