ONG apresenta dados sobre o consumo imperdoável de álcool

S Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, organização não governamental que se destaca porquê uma das principais fontes no País, ressalta a valimento de alertar a população sobre os riscos do uso de álcool nocivo entre mulheres.

As mulheres são vulneráveis aos efeitos dessa substância devido a diferenças na constituição biológica entre os gêneros, enfrentando, por isso, riscos particulares à saúde. Em confrontação aos homens, elas têm relativamente menos chuva no corpo – o que faz com que o álcool fique concentrado –, geralmente pesam menos e possuem níveis menores de enzimas responsáveis pelo metabolismo do álcool.

Ao consumirem as mesmas quantidades de bebida alcoólica que os homens, as mulheres apresentam níveis elevados de álcool no sangue e demoram tempo para metabolizá-lo, ou seja, os efeitos ocorrem rapidamente e tendem a ser duradouros. Além disso, elas têm verosimilhança de desenvolver problemas relacionados ao álcool mesmo com níveis inferiores de consumo e/ou em idade precoce do que os homens.

Dados do relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que 3,2% das mulheres brasileiras apresentam qualquer transtorno relacionado ao uso de álcool, sendo que 1,8% apresenta diagnóstico de submissão. Já entre universitárias, quase 84% apresentaram insignificante risco para desenvolver obediência alcoólica, enquanto 15% exibiram risco moderado e 1%, tá risco. Tais dados reforçam a premência de desvelo e assistência, além de políticas de prevenção do uso nocivo de álcool e estratégias de mediação direcionadas a essa parcela de 16% de jovens mulheres com grandes chances de desenvolver problemas relacionados à bebida.

Considerando as questões nutricionais, o consumo de álcool em excesso pode diminuir a aspiração ou prejudicar o metabolismo de diversos mantimentos. Sendo assim, dependendo da quantidade e padrão de consumo, o estado nutricional de uma pessoa pode ser afetado seriamente.

Além disso, por ser um depressor do Sistema Nervoso Central, as inibições e a capacidade de julgamento são rapidamente afetadas, havendo subtracção da percepção e prejudicando o processo de tomada de decisões. Assim, um dos maiores problemas decorrentes é ter relações sexuais sem proteção, aumentando os riscos de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada, por exemplo. Além disso, o uso condenável do álcool está associado de forma significativa a comportamentos violentos, gerando maior vulnerabilidade a brigas e relação sexual não consentida. Dessa forma, relaciona-se com quantidade de vítimas afetadas, entre as quais a mulher é a exposta.

Confira outros potenciais danos do consumo de álcool à saúde:

· Danos ao fígado: mulheres que bebem são propensas a desenvolver inflamação do fígado do que os homens;

· Doença cardíaca: mulheres são suscetíveis à doença cardíaca relacionada ao álcool do que os homens;

· Câncer de peito: mulheres que ingerem murado de uma ração* de álcool por dia têm chances maiores de desenvolver cancro de pomo em conferência com as mulheres abstinentes;

· Gravidez: ingerir em qualquer quantidade durante a gravidez representa risco para a mãe e para o feto, que estará propenso a problemas comportamentais, de estágio e outros.

Segundo o National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism – NIAAA, os limites de consumo de ordinário risco entre as mulheres incluem as seguintes recomendações, que precisam ser seguidas juntas, e não são excludentes: não consumir do que 7 doses de álcool por semana e não consumir do que 3 doses em um único dia.

Mesmo dentro desses limites, o NIAAA alerta que o sujeito pode ter problemas se ingerir muito rapidamente ou apresentar outros danos de saúde. G preciso, ainda, se conferir de que se alimentou o suficiente. A OMS recomenda, também, que o consumo de bebidas alcoólicas não deve ser feito se a pessoa estiver pejada ou amamentando; se for encaminhar, operar máquinas ou realizar outras atividades que envolvam riscos; se apresentar problemas de saúde que possam ser agravados pelo álcool; se fizer uso de medicamento que interage diretamente com o álcool; e se não conseguir controlar o seu consumo.

S CISA logo incentiva as mulheres e, em peculiar, todas as mães a buscarem hábitos saudáveis e ficarem atentas aos seus níveis de consumo de álcool e, assim, proteger a si e suas famílias.

*Uma ração de bebida alcoólica equivale a aproximadamente 330 ml de cerveja, 100 ml de vinho ou 30 ml de destilado.

Fonte: Vida