Centenário de Billie Holiday é comemorado nesta terça (7)

Com a gardênia branca nos cabelos: Billie Holiday (1915-1959) é considerada por muitos críticos a maior cantora do jazz: centena anos nesta terça (7) - Foto: Divulgação
Por MARIANA QUEEN NWABASILI e
MIGUEL ARCANJO PRADO
Se estivesse viva, a moçoila sofrida nascida em Baltimore, Estados Unidos, em 7 de abril de 1915, completaria centena anos nesta terça (7).
Billie Holiday entrou para a história porquê uma das lendárias cantoras de jazz (e muitos acham que ela é a maior) e inspirou nomes contemporâneos, porquê Diana Ross e Amy Winehouse.
A curso curta anos teve seus tempos de ouro antes da 2ª Guerra Mundial e foi recheada de períodos conturbados.
Afinal, as coisas nunca forma fáceis para Billie.
Estupro na puerícia
Foi estuprada com somente dez anos de idade, e a mãe a abandonou. Precisou cedo saber sobreviver.
Ouviu jazz pela primeira vez quando trabalhava porquê faxineira e esfregava o pavimento de um bordel. Aos 12 anos, mudou-se para Nova York, onde começou a se prostituir para poder consumir.
Um dia, a moça carismática convenceu o possessor da boate a deixá-la trovar. Nunca abandonou o palco. Escolheu o nome artístico Billie Holiday, em homenagem ao galã dos cinemas Billie Dove, de quem era fã.
Logo, foi invenção pelo produtor John Hammond, que o apresentou à Benny Goodman. Este a fez gravar o primeiro disco em 1933. A partir de logo, eternizou de 200 canções do jazz e do swing com sua voz de palavreado inigualável.
Vício em heroína e racismo
A curso sofreu perturbações pelo vício da cantora em álcool e heroína. Isso a levou a uma prisão e a clínicas de reparação. Mas, sempre que voltava ao palco com sua gardênia branca nos cabelos, o público recebia Lady Day com fervor.
Em contraponto à música perfeita que fazia, sua vida pessoal era um verdadeiro tumulto. Casou-se três vezes só durante a dez de 1940 e sempre vivia relações conturbadas com seus maridos; que costumavam agredi-la.
A cantora também sofreu na pele o racismo e fez questão de denunciá-lo com a potência de seu esquina. Billie transformou a própria vida em boa música até o término. Morreu jovem, aos 44 anos, em 17 de julho de 1959, quando já era uma estrela reconhecida mundialmente.
Lançamentos
A memorandum do centenário desta poderoso e dramática voz é marcada por alguns lançamentos interessantes: a publicação de um novo livro sobre a cantora nos Estados Unidos, intitulado Billie Holiday: The Musician anda The Myth, escrito pelo pesquisador John Szwed; e a edição, pela Sony Music, de um álbum de natalício com 20 canções que marcaram a curso de Billie entre os anos de 1936 e 1944.
A seguir, veja a lista com sete canções de Billie Holiday para ouvir neste dia de seu centenário — algumas estão no álbum de natalício.
Strange Fruit, gravada em 1939
Summertime, gravada em 1936
God Bless the Child, gravada em 1941
Lover Man (Oh, Where Can You Be), gravada em 1945
Embraceable You, gravada em 1944
Don’t Explain
Good Morning Heartache

Canto inconfundível: vida de Billie Holiday foi tumultuada - Foto: Divulgação
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Fonte: R7 Cultura
