Uber e 99? Motoristas de cidadezinha criam apps próprios de corrida

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Ele conta que começou a trabalhar porquê motorista de aplicativo por premência e nunca mais parou.

A tendência de motoristas criarem os próprios apps tem se espalhado para outras cidades brasileiras, através da contratação de empresas "SaaS" (Software as a Service), especializadas em desenvolver plataformas conectadas. Geralmente, os aplicativos são genéricos e customizáveis e podem ser adquiridos por qualquer pessoa interessada em gerir o próprio negócio.

Foi o caso de Edson Rodrigues. Ele também atuou porquê motorista do Uber. Insatisfeito com o retorno, resolveu tentar desenvolver seu próprio aplicativo. Disposto a gerar uma novidade plataforma, Rodrigues procurou engenheiros de desenvolvimento no Inatel (Instituto Pátrio de Telecomunicações), com sede em Santa Rita do Sapucaí. Descobriu que a instrumento não era tão simples quanto parecia. O negócio só vingou quando recorreu à MobApps, empresa desenvolvedora de ferramentas de mobilidade customizáveis. Hoje, ele é possessor do Vale Driver.

Vale Driver, aplicativo de transporte de Santa Rita do Sapucaí
Vale Driver, aplicativo de transporte de Santa Rita do Sapucaí Imagem: Reprodução/ Vale Driver/ Facebook

A empresa está em mais de 100 cidades do Brasil e do exterior. Sócio-fundador da MobApps, Mateus Roble afirma que, em cidades menores, é provável promover uma mobilização mais ampla entre os motoristas.

Os profissionais que optam por fabricar nascente tipo de aplicativo já são do ramo de mobilidade ou são empreendedores com qualquer vínculo com o segmento. Eles conseguem se agrupar para obter uma taxa mais justa e poder praticar preços melhores. Isso não significa que não exista Uber ou 99 nos locais onde atuamos, mas o veste dos motoristas se sentirem secção de uma pretexto e saberem que estão próximos do gestor da plataforma faz com que se sintam mais confortáveis
Mateus Roble, sócio-fundador da MobApps


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