Silagem de milho eficiente – Minas do Setentrião

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ( Embrapa) divulgou nesta semana um estudo de simulação da produtividade potencial de silagem de milho em municípios de Minas Gerais. Entre as cidades estudadas estão Montes Claros e Janaúba, no Setentrião de Minas. O estudo aponta que, mesmo com uma produção instável, com uso de rega, a região pode produzir durante todo o ano.

Ao todo, 18 cidades foram analisadas. O estudo apresenta os resultados de simulações de lavouras de milho para produção de silagem em regime de sequeiro e irrigado. A silagem é usada principalmente para a nutrição de bovinos. No período sedento do ano, quando a oferta de forragem é reduzida, tem-se aumentado o uso de silagem, mormente entre os produtores de leite, pelo qual Minas se destaca porquê o maior produtor do país. 

De conciliação com o pesquisador de rega e modelagem computacional Camilo de Lelis Teixeira de Andrade, tanto Montes Claros quando Janaúba ficaram dentro do esperado no estudo. Segundo a pesquisa, ambos os municípios podem produzir muito em um ano e pouco em outro.

“Nos lugares quentes e secos, a produtividade de milho é mais baixa, em conferência com locais de clima mais sossegado, o que já era esperado em relação à região do semiárido mineiro. O milho sente muito a temperatura noturna. Para não morrer, a vegetal consome tudo o que acumulou durante o dia e se mantém fria à noite”, explica Camilo.
 
NEGÓCIO
O pesquisador afirmou que os municípios setentrião-mineiros estudados apontam uma qualidade privativo. Ambos podem produzir durante todo o ano, caso tenham rega disponível. 

“São cidades que podem produzir 15 toneladas de material seca por hectare. A vantagem (do Setentrião de Minas), quando se irriga, é que a janela é longa, sem geada ou chuva na colheita. É um diferencial que pode fazer um negócio vender o ano inteiro”, afirma Camilo. Ele explica ainda que vários produtores estão conseguindo lucrar mais com a venda de silagem para alimento dos animais. Em Montes Claros, a tonelada sai em média por R$ 200. 

 


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