Sete Lagoas registra uma das menores taxas de mortalidade de Minas

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Taxa de ocupação dos leitos de UTI próprios para COVID-19 se encontra em 19% © Divulgação/Prefeitura Municipal de Sete Lagoas Taxa de ocupação dos leitos de UTI próprios para COVID-19 se encontra em 19%  Apesar de Sete Lagoas, cidade localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ter 1.190 casos positivos de COVID-19 e 21 óbitos, de entendimento com o boletim epidemiológico municipal divulgado nesta quarta-feira (12), a taxa de mortandade é uma das mais baixas do estado de Minas Gerais.

No município, 1,76% dos casos confirmados acaba não resistindo à doença. Em Santa Luzia, por exemplo, essa taxa chega aos 4%; em Governador Valadares, a 3,3%; em Divinópolis, o índice de mortandade é de 3%; e em Ipatinga, 1,95%. A capital, Belo Horizonte, tem uma taxa de mortandade de 2,73%, enquanto o estado registra, em média, 2,35%.

Mas qual será a fórmula para prometer que mais pessoas se curem do coronavírus em Sete Lagoas? A explicação, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, pode estar lá detrás, no início da pandemia.

O município foi um dos primeiros a estatuir estado de emergência, exclusivamente cinco dias depois a confirmação da pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Ainda em meados de março, o funcionamento negócio foi restringido aos serviços essenciais. Em Sete Lagoas, as escolas tiveram as aulas suspensas antes de o próprio estado instituir uma paralisação. 

No dia 15 de março, a cidade já tinha um comitê lugar de crise para o enfrentamento da pandemia e as primeiras ações já saíram do papel. Entre elas, a adoção de protocolos que garantiram assistência precoce e adequada aos pacientes com COVID-19.

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Desde o início da pandemia, uma ação conjunta entre os setores de Atenção Primária e Vigilância Epidemiológica realiza o monitoramento de pacientes com suspeita de COVID-19 e também entre os que tiveram diagnóstico confirmado para escoltar a evolução dos casos até o desaparecimento dos sintomas.

Outras medidas ampliaram o atendimento aos casos suspeitos, porquê a extensão do horário de atendimento de cinco unidades de saúde da Atenção Primária, que antes fechavam às 17h e passaram a permanecer abertas até as 22h. Um laboratório foi montado para realização de exames do tipo RT-PCR, além de campanhas de conscientização pelas redes sociais, que registram uma média de 5 milénio acessos por dia.

“Acredito que a transparência das ações e das informações foi um dos principais fatores que fizeram com que a população se preparasse e se conscientizasse para enfrentar a COVID-19. Nos preparamos desde o primeiro momento para equipar a estrutura de saúde na cidade e hoje temos somente 19% de ocupação nos leitos de UTI do SUS exclusivos para pacientes com COVID-19 na cidade”, explica o secretário.

Sete Lagoas tem hoje 56 leitos de UTI exclusivos para pacientes com COVID-19, entre leitos do SUS e de saúde suplementar. Esse incremento foi secção do projecto de contingência elaborado pela Secretaria de Saúde e sancionado pelo Estado.

Números da COVID-19

De negócio com o boletim epidemiológico do município desta quarta-feira, a taxa de notificação de casos suspeitos registrou subida de 1,5% nas últimas 24 horas, com 26 novos casos confirmados. Pouco mais de 1,7 milénio pessoas estão sendo acompanhada pelas equipes de saúde. 

O número de casos positivos chegou a 1.190. Entre os casos confirmados, 11 pacientes se encontram internados, 141 pessoas estão em isolamento domiciliar com sintomas leves e 1.017 curados (85% dos contaminados).

Um óbito foi registrado nesta quarta-feira: um varão de 67 anos que estava internado no Hospital Municipal. No boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, a cidade ainda aparece com 1.147 casos e 17 óbitos, devido ao delongado na totalização dos dados pelo estado.


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