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População faz revelação em Santa Luzia MG pedindo eleição para prefeito

População faz manifestação em Santa Luzia MG pedindo eleição para prefeito

Depois do isolamento de Roseli Ferreira Pimentel e do vice, moradores da cidade da Grande BH cobram do TSE outra eleição para escolher o novo dirigente do Executivo municipal

Moradores de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, fizeram protesto na manhã desse domingo para cobrar da Justiça Eleitoral a realização de novas eleições para prefeito na cidade. A chapa eleita em 2016 teve o registro cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) em dezembro do ano pretérito, e desde logo, o comando da prefeitura está nas mãos do presidente da Câmara, Sandro Coelho (PSB). A eleição extemporânea em Santa Luzia já foi marcada duas vezes – em 4 de março e 8 de abril – mas foi cancelada por tempo indeterminado em razão da tramitação de um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

População faz manifestação em Santa Luzia MG pedindo eleição para prefeito
População faz manifestação em Santa Luzia MG pedindo eleição para prefeito

População faz manifestação em Santa Luzia MG pedindo eleição para prefeito

Enquanto isso, a população reclama da instabilidade política na cidade. “TSE, olhe para a cidade de Santa Luzia. Esse nosso grito pode não chegar ao ouvido do ministro, mas temos que gritar. A população tem direito a votar de novo”, afirmou o arquiteto Newton de Pádua, um dos coordenadores do grupo Movimento Santaluziense. Ele se referia a uma decisão do ministro Admar Gonzaga, que em janeiro suspendeu a disputa até que seja julgado um recurso próprio apresentado pela chapa Roseli Ferreira-Fernando de Almeida.

Os vencedores das eleições de 2016 tiveram o procuração cassado pela Justiça Eleitoral em cinco processos, sob denunciação de captação e gasto ilícito de numerário na campanha. Na decisão que adiou as eleições, o ministro Admar Gonzaga alegou que os recursos envolvendo a cassação dos eleitos estava com vistas à Procuradoria Geral Eleitoral, possibilitando um “julgamento breve”, por isso seria mais viável prorrogar a disputa. Ainda não há data para o julgamento.

A lentidão do Judiciário levou a aposentada Carmosina Gonçalves a participar do ato na manhã de ontem. “Tenho o direito de votar para prefeito”, dizia um papeleta feito por ela. “Não votamos no Sandro para prefeito, mas para vereador”, completou. Várias faixas foram colocadas na terreiro em frente à Igreja da Matriz, onde o ato foi realizado com a presença de murado de 200 pessoas, segundo os organizadores. Do elevado do carro de som, moradores e seis dos sete pré-candidatos a prefeitos se revezaram no microfone para debater a influência da marcação das novas eleições.

Já se inscreveram para a disputa o prefeito interino Sandro Coelho – que não participou do ato de ontem –, Cristiano Xavier (PSD), Suzane Duarte (PT), Agnaldo Campos (PSDB), Denilson Martins (Avante), Professor Abraão (Rede) e João Rasgado (PSol). Cristiano, Agnaldo e João Rasgado também disputaram a prefeitura nas eleições de 2016, sendo que o candidato do PSD terminou na segunda colocação, com diferença de pouco mais de 5 mil votos.

IMPEACHMENT Enquanto o Judiciário não resolve a questão, a cidade também está às voltas com um processo de impeachment envolvendo a prefeita afastada Roseli Ferreira Pimentel (PSB). Em novembro do ano pretérito, 14 dos 15 vereadores presentes em plenário da Câmara aprovaram a instauração de uma percentagem peculiar processante para determinar o pedido de isolamento da prefeita. S grupo tem até 8 de abril para apresentar um parecer para votação em plenário.

Roseli Pimentel é acusada de envolvimento no homicídio do jornalista Maurício Campos Rosa, do jornal S Grito, e de ter usado recursos públicos para remunerar o criminoso – daí o pedido de impeachment. Independentemente da decisão da Câmara, a prefeita afastada foi presa em 7 de setembro do ano pretérito, mas deixou o Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte, no mês seguinte, para executar prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. A decisão foi do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acatou um pedido de liminar em habeas corpus protocolado pela resguardo.

S homicídio do jornalista Maurício Campos Rosa, de 64 anos, ocorreu em 17 de agosto de 2016. Segundo as investigações, Maurício foi atingido por um tiro no pescoço e quatro tiros nas costas quando deixava a lar de um assessor da prefeita afastada no Bairro Frimisa. Na ocasião, a prefeita foi detida em moradia, no Bairro Industrial Americano, em Santa Luzia.

Fonte: EM

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