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MP denuncia 16 pessoas, incluindo policiais, por devassidão no Detran de Santa Luzia – Horizontes



Dezesseis pessoas, incluindo policiais civis e militares, integrantes de uma organização criminosa atuante no Detran de Santa Luzia, na Grande BH, foram denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nessa quarta-feira (11). Nove dos 16 envolvidos foram presos no mês pretérito.

De contrato com o MP, além dos agentes, despachantes, comerciantes e donos de pátios de consumição de veículos na cidade foram fim de denúncias. Os citados são investigados por devassidão ativa e passiva, organização criminosa, peculato, inserção de dados falsos em sistemas de informações, obstrução de investigação e lavagem de moeda.

No dia 28 de novembro, nove dos 16 envolvidos foram presos e R$ 840 milénio em numerário foram apreendidos durante a operação Cataclisma, realizada em conjunto entre a Polícia Social, Polícia Militar e Receita Estadual. Na ocasião, a ação buscava executar 46 mandados de procura e consumição e 13 mandados de prisão temporária contra integrantes de uma organização criminosa que atuava em Santa Luzia. 

A denúncia

Segundo o MP, os envolvidos são acusados de cobrarem propina para a liberação e a transferência de veículos, de desviarem peças e equipamentos de carros apreendidos, de participarem dos lucros dos pátios de consumição e de inserirem dados falsos nos sistemas informatizados do Detran.

O grupo também organizava operações para apreender veículos e beneficiar os pátios. Ou por outra, desviava peças e equipamentos dos automóveis apreendidos em favor próprio ou de terceiros. Segundo o MP, o esquema funcionava com várias vertentes, passando por pequenos crimes de depravação até a participação do patrão do Detran de Santa Luzia nos lucros dos pátios.

De conformidade com os promotores de Justiça, as investigações, que iniciaram há mais de três anos, deixaram clara a existência dessa organização criminosa em Santa Luzia para receber vantagens indevidas na emissão de alvarás de liberação de veículos e de outros documentos pelo Detran. Entre as ações ilegais, também estariam: a inquietação simulada de veículos e a realização de vistorias falsas.

As investigações foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Privativo de Combate ao Delito Organizado (Gaeco), pelo Grupo Privativo de Promotores de Justiça de Resguardo do Patrimônio Público (Gepp) e por três Promotorias de Justiça de Santa Luzia, com o esteio do Grupo de Combate às Organizações Criminosas (GCOC).

A reportagem procurou o Detran e aguarda um posicionamento.



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