Monge ensina a se conectar para meditar – Idade NEGÓCIOS

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Monge Satyanatha (Foto: Camila Svenson)

Todo mundo pode ser um pouco monge, diz o livro Seja Monge: A Arte da Reflexão, do monge Satyanãtha, lançado nascente mês. Para o responsável, qualquer um pode utilizar no seu dia a dia técnicas de reflexão e respiração porquê forma de ajudar a tomar decisões importantes, ser mais criativo ou mesmo para destressar. As tecnologias podem ser um grande coligado. 

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Satyanãtha afirma que smartphones, internet e outras plataformas digitais — suspeitos de sempre na justificação do estresse — também têm o potencial de ajudar no desenvolvimento pessoal. Ele mesmo, que se intitula “monge delivery”, encontrou no aplicativo Vivo Reflexão o meio para levar a seus seguidores conhecimentos de reflexão que aprendeu durante sete anos no monastério hindu na ilhéu de Kauai, no Havaí.

“Nunca as pessoas quiseram tanto se conectar, meditar e encontrar propósito”, diz à Estação NEGÓCIOS. “Está acabando o monopólio de só o monge poder ser monge.”

Para o monge, a saúde mental se tornou uma preocupação no meio corporativo. “Alguns anos eu dava lição escondido para executivos”, afirma. “Hoje, profissionais falam claramente sobre o matéria com seus colaboradores.”

As vantagens da reflexão, segundo Satyanãtha, se refletem em mais produtividade, originalidade e reverência, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Ele próprio sentiu na pele a mudança quando decidiu se tornar monge.

Satyanãtha, que nasceu Davi Murbach, em Campinas (SP), trabalhava porquê engenheiro em uma consultoria na capital paulista, quando largou o ofício para ir detrás do seu propósito — ser monge. “Se eu não meditar, fico cansado e pessimista”, diz. “Palato muito mais da versão de mim de quando medito.”

Em conversa com a NEGÓCIOS, o monge conta as vantagens da reflexão, porquê as tecnologias podem ser usadas em prol e porquê as empresas podem contribuir com o desenvolvimento pessoal dos seus colaboradores.

Hoje está mais difícil as pessoas se conectarem com si mesmas?
Sim e não. Hoje temos mais estímulos e informação, mas tem realizado alguma coisa interessante, porque as pessoas podem permanecer um pouco monges. Nunca as pessoas quiseram mais se conectar, meditar e encontrar propósito. Está acabando o monopólio de só o monge poder ser monge. Hoje tem executivos que meditam antes de debutar o dia ou faz uma respiração mais lenta antes de tomar uma decisão importante.

A tecnologia está ajudando ou atrapalhando a reflexão?
Evidente que a tecnologia traz perigos, mas também mais oportunidades do que no pretérito. Hoje tenho mais aproximação a informação do que qualquer outro rabi. Tenho um aplicativo de reflexão que permite transmitir às pessoas levar, dentro do bolso, um pouco que aprendi no cimo de uma serra. As mesmas ferramentas que as pessoas podem usar para se cansarem, podem ser usadas para potencializar o desenvolvimento pessoal. 

Porquê descobrir esse estabilidade?
Temos de lembrar quem queremos ser e refletir sobre o que estamos fazendo. A mente nos arrasta porquê uma enxurrada, um pensamento detrás do outro. Você tem que deliberar pensar tudo que você vai pensar. Por exemplo, se você pensar: “vou penetrar o Instagram para isso”, você usa com um objetivo e faz mais rápido com intenção e nitidez. A gente acha que está estresse quando, na verdade, está cansado porquê zumbi. A tecnologia traz muitas vantagens para o conhecimento e para a informação, quando usada de forma mais assertiva.

No seu livro, você fala porquê a reflexão ajuda na originalidade e produtividade. Qual a relação?
Imagine ortografar alguma coisa novo em uma folha de papel rabiscada. Você pode até conseguir inscrever alguma coisa, mas não fica evidente. Você tem que deixar a sua mente em branco para fabricar um pouco imprevisto. Não é ser ignorante, pelo contrário. É porquê se você fosse uma imensa livraria: a mesa de trabalho precisa estar limpa. Quando você sente que está se perdendo, precisa parar, respirar e lembrar: “eu não sou a mente, a mente é uma máquina e eu vou controlar”. Essa visão traz mais perspicuidade e poder de decisão que não seriam possíveis quando se está cansado.

Hoje é mais fácil ou difícil fazer essa reflexão?
Está difícil sobrevir naturalmente, mas está mais disponível. Nossos avós no interno esperavam o capim crescer... Hoje não existe mais isso. Mas para exercitar a reflexão, porquê um pouco deliberado, está muito mais fácil. Empresas estão criando salas de reflexão e hoje qualquer um tem no seu bolso informações. Deixou de ser tabu alguém falar que precisa parar para se concentrar. Hoje isso é muito-visto no envolvente de trabalho, há cinco anos seria considerado alguma coisa louco.

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Você vê o meio corporativo mais preocupado com a saúde mental dos seus funcionários?
A gente criou um envolvente que fazem elas se sentirem mal e elas acabam rendendo 40% do que poderiam, mas são exigidas dar 100%. Felizmente, as empresas começam a mudar de atitude. Todo mundo sai ganhando. Se você ajuda as pessoas, a produtividade aumenta. Mesmo funcionários ótimos não vão ser totalmente produtivos se a informação entre eles não for boa, se um não apreciar o trabalho do outro.  

Os colaboradores também têm uma responsabilidade?
Tem. Finalmente, não existe autoconhecimento por imposição. As empresas precisam perfurar espaço para reflexão e explicar a relevância, mas a adesão é uma escolha do colaborador.

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O Brasil é o país mais ansioso e depressivo da América Latina, de consonância com a OMC. Ainda temos muito que prosseguir, evidente?
Sim. Começamos a despertar para a premência agora. Estamos com essa crise de saúde mental porque a premência está gritante e a conexões estão imediatistas. Mas o intensidade de conscientização está enorme, as pessoas estão percebendo que é necessário. As soluções já descobrimos, mas não implementamos. Não é só gerar uma sala de reflexão para o funcionário, mas dar a ele as ferramentas de poder para trabalhar de forma dissemelhante. Não deixar ele se sentir esmagado pelo trabalho e ajudar ele a desenredar que aquilo que tem dentro dele é tão impactante quanto tem fora. Não ficamos doentes só com o que vem de fora, mas também de dentro. A reflexão ajuda, mas também é preciso fabricar um envolvente de reverência e o ritmo correto de trabalho. As empresas e pessoas precisam entender que é melhor escolher fazer 50 coisas do que milénio que ficam se arrastando. Eu acho que a humanidade realmente vai caminhar para essa forma de trabalho.

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