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Hospital alerta para cuidados com mães de prematuros



Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Fabio Rodrigues Pozzebom/Filial Brasil

Uma gravidez conturbada, perda de líquido ou de sangue, repleta de sintomas que trazem preocupação e mal-estar psicológico. As histórias sobre nascimentos de prematuros têm vários fatores em generalidade, mas no meio de todos estão mães que passaram por situações físicas e mentais extremamente desgastantes e lutam pela vida de bebês que podem ser tão pequenos quanto a palma da mão.

O Brasil apresenta estatísticas alarmantes sobre a prematuridade. Uma em cada 10 crianças brasileiras nasce antes de 37 semanas de gravidez, de entendimento os dados do Ministério da Saúde. E isso se reflete diretamente no muito-estar da família e das mulheres. O mês de novembro, além da conscientização sobre o cancro de próstata em homens, foi escolhido também para tratar o tema da prematuridade.

Para discutir o matéria, o Hospital Universitário de Brasília (HUB) promoveu, hoje (22), o pintura Prematuridade: o desvelo centrado na família. Considerado referência no tratamento de crianças prematuras, o hospital já recebeu, somente em 2019, mais de 200 bebês prematuros.

“Idealizamos um bebê totalmente dissemelhante. Toda mãe pensa que aquele bebê que ela está gestando vai, logo que transpor, para o pescoço. Mas a veras neonatal dos prematuros é muito dissemelhante. Eles vão direto para o auxílio da respiração mecânica”, explicou a profissional neonatal Lizandra Paravidine Sasaki, director da UTI Neonatal do HUB. “Esse grupo de pacientes existe, e eles precisam ser escutados. A rede de base e o suporte dessas famílias não vêm somente da obstetrícia ou da ginecologia, vêm de uma equipe multidisciplinar que conta com psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais. Os cuidados precisam sobrevir não exclusivamente durante a tempo sátira do bebê, mas durante todo o tratamento da família”, disse a doutora.

Saúde mental

Para Evandro de Quadros Scherer, doutor em psicologia clínica e pesquisador, o gavinha psicológico com o recém-nascido pode ser afetado pela premência de cuidados especiais. “Esses bebês quando nascem não estão com a psiquê completamente desenvolvida. O laço da relação com o fruto é dificultado pela intervalo da UTI neonatal. É uma muchacho que não é aquele bebê idealizado, que não é aquele bebê coradinho, gorduchinho. São fatores que atrapalham a geração de vínculos psíquicos entre mãe e fruto”.

Outro quadro provável é o de depressão pós-parto. De convenção com Scherer, a idealização da vida materna pode se tornar uma enfermidade quando o quadro de saúde do bebê não evolui porquê deveria. “A mulher cria uma imagem completamente dissemelhante da maternidade, e os problemas da prematuridade podem se tornar empecilhos na geração de um vínculo materno e do investimento afetivo necessário”, explicou.

O valor do pré-natal

Bruna Heloísa Sousa, mãe de Samuel, que nasceu com 37 semanas de gravidez e agora tem 2 meses, passou a compreender o valor do seguimento pré-natal depois uma gravidez conturbada. Em seguida ter dengue, zika, perda de líquido amniótico e sangramentos, o pequeno Samuel surpreendeu a mãe por ter nascido com síndrome de down. “Eu achava que o pré-natal era macio. Todas as consultas eram iguais. Mas entendi depois que cada fiscalização é dissemelhante, que cada período trata de uma coisa dissemelhante. Se eu pudesse voltar detrás e fazer, faria certinho”, lamenta a mãe de Samuel. “Se eu pudesse dar um recomendação a todas as mamães do Brasil, eu diria: façam o pré-natal. A gente acha que é besta, mas é muito importante”.





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