Facebook News, enfim, vai iniciar a remunerar por notícia – 25/10/2019 – Nelson de Sá

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As perguntas de Alexandria Ocasio-Cortez a Mark Zuckerberg em audiência, questionando a corroboração de posts com mentiras de políticos, deixaram o possuidor do Facebook sem fala, balbuciando respostas —e resultaram em muita piada online, quarta e quinta.

Mas a principal resposta política de Zuckerberg, às críticas da deputado e de outros ao longo dos últimos anos, será dada nesta sexta, quando ele lança uma novidade aba de notícias no Facebook, em seguida fechar pacto com centenas de empresas jornalísticas.

“Algumas delas serão pagas para fornecer teor”, publicou o Washington Post, um dos veículos que aceitaram participar, junto com Wall Street Journal, Business Insider, BuzzFeed e vários sites de jornalismo lugar. O serviço de início será restringido a algumas grandes cidades dos EUA.

É chamado de Facebook News nos convites para o lançamento, em que Zuckerberg estará ao lado de Robert Thomson, CEO da News Corp. de Rupert Murdoch, que publica WSJ e outros jornais. Thomson e Murdoch há anos cobram que as gigantes de tecnologia paguem pela notícia.

De combinação com o site Vox, o valor a ser pago a alguns veículos chega a US$ 3 milhões por ano, “uma fração” dos US$ 19 bilhões projetados porquê lucro para o Facebook, neste ano. Apesar disso, analistas porquê Peter Kafka e Ken Doctor veem “grande mudança”.

PS 8h - O New York Times, dizendo que "também trabalhará com o Facebook para oferecer seus artigos no Facebook News", descreve o pregão da plataforma porquê uma "trégua".

REDAÇÃO

O Facebook News ainda vai se concentrar em curadoria por algoritmo, para escolher as notícias que levará a cada usuário, mas terá “uma pequena equipe de jornalistas” encabeçada por Anne Kornblut, ex-editora no WP, há quatro anos na plataforma.

‘NÃO É A RESPOSTA’

A liberal The Economist (supra) elogia a presidenciável democrata Elizabeth Warren, que "não é socialista", e defende até sua "vigorosa política antitruste para empresas de tecnologia".

Mas conclui que o projecto de reformas da "líder na corrida", que sugere também dividir bancos, separando varejo e investimento, se apoia demais em regulação pelo governo e "não é a resposta" para os EUA.

TIKTOK, A AMEAÇA

O WP informa que Charles "Chuck" Schumer, influente líder democrata no Senado, representante do establishment no partido, solicitou às agências americanas de lucidez que investiguem se a rede social chinesa TikTok apresenta “riscos à segurança pátrio”.

Concorrente do Facebook, o muito-sucedido TikTok vem sendo mira de acusações de Zuckerberg, inclusive em seu exposição patriótico da última semana, em Washington.

HUAWEI TAMBÉM

O South China Morning Post publicou a reportagem “O que esperar da visitante de Jair Bolsonaro?”. Destaca que o melhor cenário para Pequim seria o pregão da participação do Brasil na chamada Iniciativa do Cinturão e Rota, para investimento chinês em infraestrutura.

Uma “segunda questão” seria o país admitir a Huawei em 5G, apesar da pressão americana. Também a Bloomberg enfatiza, sobre a visitante, a pendência maior em torno da Huawei.

DIVERSIFICAÇÃO

O Global Times/Huanqiu, ligado ao PC chinês, destacou às vésperas da chegada de Bolsonaro que a “China precisa variar importações agrícolas”, segundo relatório recém-divulgado por Pequim.

Em soja, para não depender dos “caprichos do governo Trump”, cita não só o Brasil, mas Argentina, Rússia e até a Índia.

Links:
http://www.globaltimes.cn/content/1167374.shtml
http://www.globaltimes.cn/content/1166890.shtml


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