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F5 – Viva Muito – ‘Sofri bullying por queda de cabelo e hoje organizo grupos de espeque para pessoas porquê eu’



Descrição de chapéu

BBC News Brasil



Diana Munasipova


Kirill Glazkov

Mais de 140 milhões de pessoas no mundo têm calvície. É uma quesito que faz homens e mulheres saudáveis ​​perderem o cabelo e, às vezes, todos os pelos do corpo, incluindo as sobrancelhas e os cílios.

A russa Liliya Kukushkina-Nugmanova sofreu bullying na escola pela figura que tinha em razão da doença.

Depois de ser vítima de brincadeiras e comentários desagradáveis, ela agora ajuda outras pessoas a passar por experiências semelhantes, organizando grupos de espeque na Rússia.

“Quando as pessoas te veem, a primeira coisa que pensam é ‘ela tem cancro ou um problema de pele'”, diz.

“Preciso explicar que tenho calvície areata e que está tudo muito. Não estou morrendo, estou muito. E não é transmissível.”

Liliya, agora com 28 anos, diz que não percebeu que era dissemelhante até a juventude.

“Vivi a experiência mais difícil quando tinha 17 anos. Tinha um grupo de garotos na minha escola. Não nos dávamos muito muito, logo eles criaram um grupo nas redes sociais e o chamaram de ‘Senhora Nugmanova é uma cadela careca’.”

“Eles pensaram que eu ficaria ofendida. Muito, eu fiquei um pouco, mas sabia que não tinha zero a ver comigo. Isso não significava que eu era uma pessoa ruim.”

Deixando a peruca de lado

Liliya admite que foi difícil para ela admitir sua aspecto, mas diz que está feliz agora.

A jornada rumo à autoaceitação alcançou um ponto cimalha no início deste ano, quando Liliya escreveu um post no Faceboook sobre suas dificuldades com a calvície, ilustrando-o com fotos suas sem peruca.

O post viralizou rapidamente e muitas pessoas começaram a compartilhar suas experiências.

Até logo, muitos dos amigos, companheiros e colegas de Liliya nunca a tinham visto sem peruca e não sabiam zero sobre sua exigência.

“Minha peruca costumava servir porquê minha resguardo”, diz Liliya. “Mas também trouxe algumas limitações.”

“Quando eu era jovem, costumava perder muitos programas divertidos porque estava com temor de minha peruca desabar. Fiquei longe de montanhas russas, não ousava nadar ou reprofundar. Tinha uma impaciência semelhante sobre ter relações sexuais. Somente imagine se seu parceiro não sabe que você está usando uma peruca e ela cai durante o sexo… pode ser bastante chocante para ele.”

Liliya ainda usa a peruca às vezes, mas agora a vê porquê um inferior da tendência em vez de uma premência.

Corroboração

“Se eu pudesse dar conselhos ao meu ‘eu mais novo’, diria: ‘por obséquio, permita-se se divertir. E pare de se preocupar com sua peruca’.”

Ela diz que sua quesito ainda a faz enfrentar reações desagradáveis na internet e fora dela.

“Evidente, as pessoas que não sabem sobre a calvície ficam com pavor de mim. Às vezes podem ser grosseiras. Elas podem manifestar: ‘você não fica tão formosa com cabelo. Você parece mais carismática sem ele’. Mas, sinceramente, não quero culpar as pessoas por não saberem porquê me elogiar. Ainda é legítimo se elas têm uma boa intenção.”

Aprender sobre a quesito e saber outras pessoas com calvície ajudou-a a se sentir mais optimista. Liliya afirma que a conscientização sobre a calvície é crucial para reduzir o estigma. Ela diz que muitas vezes é questionada por amigos e desconhecidos.

“Uma vez um menino muito pequeno me viu na rua e perguntou por que eu era careca. Eu não sabia porquê explicar isso para ele, logo fiz uma conferência: ‘eu sou porquê um gato sphynx, só que entre os humanos. Eu não tenho pelos, mas isso não me faz melhor ou pior do que os outros’.”

Grupos de esteio

Liliya diz que problemas com bullying e crises de autoestima são mormente difíceis para as crianças com calvície e seus pais. É por isso que ela decidiu ajudá-los por meio de grupos de esteio.

“Sei que os pais de crianças com calvície têm susto de que suas filhas não consigam se matrimoniar ou ter um bom serviço. Eles temem que seus filhos sofram bullying e não sejam respeitados.”

De congraçamento com o NHS, sistema pátrio de saúde britânico, ainda não existe um tratamento para a exigência que seja 100% eficiente.

Liliya também adverte contra o uso de medicamentos e terapias para perda de cabelo sem comitiva médico.

“Às vezes os pais tentam ‘sanar’ a calvície e escolhem métodos que me dão arrepios. Até meus pais tentaram. Tentamos usar procedimentos a laser e peelings que queimam a pele do epiderme peludo. Injetamos hormônios que podem afetar a saúde das crianças. Não recomendo esse tipo de coisa.”

Liliya diz que seu trabalho em grupos de escora a inspirou a mudar sua curso em gestão para tornar-se uma assistente social.

“Quando você conhece outras pessoas com calvície, percebe que há muitas maneiras de mourejar com a exigência. O importante é que você não precisa estar sozinho. Vale a pena procurar especialistas, conversar com médicos ou talvez fazer secção um grupo de pedestal onde pessoas que conseguiram superar essas dificuldades possam te dar conselhos.”

“Isso me ajudou, logo também pode ajudar outros.”


BBC News Brasil



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