Vigor a carvão deve ter queda recorde em 2019, diz estudo – 25/11/2019

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Paris, 25 Nov 2019 (AFP) - A pujança movida a carvão, um dos principais impulsionadores da mudança climática, deve desabar globalmente um recorde de 3,0% leste ano, liderado em grande secção pelos países desenvolvidos, embora a China e a Índia também sejam parcialmente responsáveis, mostrou uma estudo nesta segunda-feira (25).

Essa queda "histórica" seria igual a 300 Terawatts-hora (TWh), ou mais do que a produção combinada de eletricidade à base de carvão da Alemanha, Espanha e Grã-Bretanha no ano pretérito, disse o site Carbon Brief, com sede no Reino Unificado.

A reviravolta se deve em grande secção às "quedas recordes nos países desenvolvidos, incluindo Alemanha, UE em universal e Coreia do Sul, que não estão sendo acompanhadas por aumentos em outros lugares".

"A maior redução está ocorrendo nos EUA, à medida que várias grandes usinas a carvão fecham", acrescentou.

Entre 2017 e 2018, as quedas nos EUA e na União Europeia foram "compensadas por aumentos em outros lugares, principalmente na China", disse o Carbon Brief.

"Leste ano, no entanto, a queda nas economias desenvolvidas está se acelerando, enquanto a geração de carvão na Índia e na China está desacelerando acentuadamente, precipitando uma redução global".

Nos últimos 35 anos, houve exclusivamente duas quedas de força a carvão em universal - 148 TWh em 2009, em seguida a crise financeira global, e 217 TWh em 2015, com a desaceleração da China.

Na China, o carvão tende a preencher a vácuo entre o prolongamento da vigor limpa e a crescente demanda, disse Carbon Brief.

O estudo observou que as empresas chinesas continuaram a juntar novas usinas a carvão a uma taxa de uma grande instalação a cada duas semanas, mesmo quando as taxas médias de utilização das usinas caem para níveis inferiores a 50%.

O resultado é que a China "ainda domina o cenário global" na geração de eletricidade a carvão, que "atingiu um pico inesperado" em 2014, quando a segunda maior economia do mundo começou a esfriar.

Nos EUA, a geração de virilidade a carvão caiu 13,9% até agosto deste ano, enquanto nos primeiros seis meses de 2019 a produção da União Europeia caiu 19%.

O horizonte da eletricidade a carvão "tem implicações significativas nos esforços globais para combater as mudanças climáticas", observou o Carbon Brief.

No ano pretérito, um aumento de 3% nas emissões de CO2 da geração de força a carvão foi responsável por metade do aumento global das emissões de combustíveis fósseis.

Para 2019, uma redução de 3% pode implicar um desenvolvimento zero na produção global de CO2, se as mudanças nas emissões em outros setores espelharem as de 2018.

Essas mudanças são significativas, mas o estudo ainda observou que a queda projetada de 3,0% deste ano seria exclusivamente metade da queda de 6,0% que a Escritório Internacional de Robustez afirma ser necessária a cada ano até 2040 para concretizar seu "Cenário de Desenvolvimento Sustentável", que visa limitar o aquecimento global aquém de 2ºC.

A Organização Meteorológica Mundial disse nesta segunda-feira que as emissões de gases de efeito estufa atingiram um novo recorde em 2018.

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