Em BH, ministro anuncia R$ 17 milhões para 35 cidades afetadas pela chuva em MG

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Recursos poderão ser usados em ações de socorro, assistência e restabelecimento de serviços essenciais à população

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Oceânico, anunciou a liberação de R$ 17 milhões para 35 municípios de Minas Gerais afetados pelas chuvas que atingiram do Estado nas últimas semanas. O pregão foi feito neste sábado (29), durante reunião na região da Pampulha, em Belo Horizonte. O montante está dentro do R$ 1 bilhão anunciado pelo governo federalista que será direcionado às cidades em estado de emergência e/ou calamidade. 

Os recursos poderão ser utilizados em ações de socorro, assistência e restabelecimento de serviços essenciais à população.

O ministro, em entrevista coletiva, disse que o que foi demandado foi disponibilizado. “Primeiro, realmente está disponibilizado R$ 1 bilhão para fazer frente aos desastres que ocorreram no início do ano na região Sudeste e em outros lugares do país. Agora, os recursos são disponibilizados mediante apresentação dos planos emergenciais e depois dos planos de reconstrução. Cá em Minas Gerais, por exemplo, de quase 200 municípios que tiveram a decretação de emergência, menos de 70 apresentaram seus planos, nós só podemos apresentar recurso com os planos apresentados. Desses 70, 35 foram liberados hoje. Os que remanescem têm problemas no preenchimento dos formulários e nós designamos um engenheiro da Resguardo Social do governo federalista que está sediado cá na Cidade Administrativa para tirar dúvidas e agilizar o processo”, afirmou Marítimo. 

Burocracia e quantia insuficiente

O ministro reconheceu que a burocracia atrapalha que as cidades recebam com maior desembaraço os recursos e se comprometeu a diminuir os entraves da legislação. 

Alguns prefeitos que participaram da reunião reclamaram do montante disponibilizado. Questionado se o Ministério reconhecia que o valor não é suficiente, Oceânico rebateu.

“O Ministério reconhece que está disponibilizando os recursos que precisam ser demandados. Não podemos chegar cá e expressar 'município, você teve problema, logo vou te dar quantia' se o município não interrogar e quantificar a sua premência. Do que nos foi demandado é que foi feito de forma adequada, foi disponibilizado. De quase 200, 1/3 solicitou esses reparos, acho importante que os municípios remanescentes, por obséquio, façam, porque o governo federalista está à disposição. Às vezes você faz um pedido que está fora do escopo inicial. Recebemos o documento e sinalizamos o que pode e o que não pode”, declarou. 

Santa Luzia

A cidade da região metropolitana de Belo Horizonte foi a que mais recebeu recurso neste primeiro momento. O prefeito Christiano Xavier (PSD) disse que vai usar o quantia para intensificar a limpeza, desobstrução de bueiros e redes fluviais e pluviais. "Enfim, esse trabalho mais de resposta e já na pretensão de apresentar o projecto de reconstrução para os danos gerais que são mais estruturais e demandam uma parecer mais técnico e contábil", declarou. 

Questionado se o valor seria suficiente, Xavier disse que não, mas que já é uma ajuda boa. "Com recurso próprio vamos dar uma resposta satisfatória. Solicitamos R$ 11 milhões e chegou R$ 1,7 milhão. Um bom escora, mas com certeza vamos necessitar de recurso próprio também", disse.

Betim

O prefeito de Betim, Vittorio Medioli, esteve presente na reunião e comentou sobre a situação da cidade. "Betim é um município de grande porte, estruturado, tem um corpo técnico muito bom e o município não teve muita dificuldade a se habilitar apesar de ser uma burocracia imensa, mas estamos preparados para enfrentá-la. Esperamos que essa liberação de recurso chegue, mas também que se adote medidas para que todos os municípios possam ser atendidos. Quando são verbas emergenciais, já se passaram mais de 30 dias do evento e não foi liberado zero, agora desobstrução de ruas, limpeza e remontagem da viabilidade urbana, isso não dá para esperar 30 dias, isso é repentino, é no dia seguinte", afirmou.

O patrão do Executivo sugeriu ao ministério liberar uma verba por habitante de maneira "quase que sumária, haja vista que determinadas medidas são imediatas". 

"O ministro mostrou boas intenções de enfrentar essa situação, só que passa e as coisas não acontecem", concluiu. 

Veja quanto cada cidade vai receber:

Abre Campos - R$ 1,2 milhão

Eminente Jequitibá - R$ 103,7 milénio

Bocaiúva - R$ 137,4 milénio

Caeté - R$ 1,2 milhão

Caparaó - R$ 1,4 milhão

Escrutinação - R$ 626,4 milénio

Crucilândia - R$ 117,1 milénio

Diamantina - R$ 492,8 milénio

Divino - R$ 388,4 milénio

Dores do Turvo - R$ 202,3 milénio

Espera Feliz - R$ 1 milhão

Felício dos Santos - R$ 609,7 milénio

Fervedouro - R$ 278,5 milénio

Guidoval - R$ 749,3 milénio

Ipaba - R$ 131,7 milénio

Ipanema - R$ 427,9 milénio

Itambacuri - R$ 18,7 milénio

Itapecerica - R$ 81,3 milénio

Jaboticatubas - R$ 662,2 milénio

Luisburgo - R$ 1,2 milhão

Maria da Fé - R$ 230 milénio

Mário Campos - R$ 725 milénio

Matipó - R$ 379,5 milénio

Muriaé - R$ 22,9 milénio

Orizânia - R$ 219 milénio

Raposos - R$ 681,3 milénio

Reduto - R$ 172,9 milénio

Rio Casca - R$ 17 milénio

Santa Luzia - R$ 1,7 milhão

Santo Antônio do Grama - R$ 14,7 milénio

Senador Firmino - R$ 171 milénio

Simonésia - R$ 127,7 milénio

Tarumirim - R$ 571,7 milénio

Tombos - R$ 234,3 milénio

Ubá - R$ 506,9 milénio.

Ainda em janeiro, a capital Belo Horizonte foi contemplada com R$ 7,7 milhões.


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