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Duelo de MCs Guerra armada s com rima e ritmo – Gerais



A praa da Estao, mas tambm da msica. “O que acontece cá? Duelo de MCs. O que acontece cá? Duelo de MCs.” O duelo anunciado pelo microfone comeou exatamente s 16h20, no palco superior que abrigou a semifinal da maior guerra de rimas do gnero no Brasil. O evento da cultura hip hop que comeou na capital mineira h 12 anos pela primeira vez, por recta, ocupa espao importante da cidade e passa a fazer secção do calendrio solene de eventos dos mineiros. Um salve para todos os envolvidos.

“Vai matar ou vai morrer? Vai matar ou vai morrer?” Assim foi dada a largada para o duelo entre os 16 semifinalistas saudarem o pblico com sua linguagem possante, de recados certeiros e preciso que levam fs e curiosos ao delrio, tamanha originalidade e habilidade para lucrar, na termo, o reverência de todos. Na disputa pelo ttulo pátrio, 16 MCs improvisadores de diferentes estados: W MC (AM), Patriarca (RR), Pedro Pesado (AP), Lemes (TO), MCharles (CE), Tonho (CE), Vinicius ZN (PE), LV (RN), Kenshin (AL), Skinny (AL), Neo (RJ), Noventa (ES), Lauro (PR), Ornaghi (PR), Jhon (DF) e Hate (DF).
Divididos em duplas, com 90 segundos para cada dueto, oito MCs foram os escolhidos por dois jurados e para o pblico para disputar hoje a grande final. Os finalistas so Noventa (ES), Tonho (CE), Jhon (DF), MCharles (CE), Neo (RJ), Hate (DF), Lauro (PR), Vinicius ZN (PE).

Eles enfrentaram um processo seletivo intenso, realizado em todo o pas, entre maio e novembro deste ano, que reuniu mais de 3 milénio MCs, de pelo menos 300 cidades dos 27 estados da federao. Nesta edio, o campeo pátrio vai receber uma premiao de R$ 15 milénio, alm de produes musicais e audiovisuais.

Lo Cezrio, um dos idealizadores da guerra, destaca: “As questes sociais nos so muito caras. Sempre estivemos na rua e vir para a Praa da Estao um avano”. Ele lembra quando, em 2007, um grupo de 20 pessoas ocupava a Praa da Estao e foi retirado pela Guarda Municipal: “ curioso. Fomos para debaixo do viaduto e, 12 anos depois, estamos de volta para onde tudo comeou e com esta relevncia, estrutura e um lugar de recta”.

Evidente, porquê toda novidade, Lo Cezrio reconhece que o evento precisar de ajustes: “Porquê temos esteio dos rgos pblicos, esbarramos nas normas e, desta forma, nos deparamos com algumas dificuldades, porquê o entrada. Nosso pblico o da periferias, as classes C e D, e muitos tm dificuldade de entrada, o espao circunvalado inibe. Esto acostumados com o entrada livre e alguns recuam. Nosso papel e minimizar e todos precisamos nos apropriar”.

AMBULANTES

Lo Cezrio tambm labareda a ateno para a questo dos trabalhadores ambulantes: “Brigamos pelo comrcio informal. Esses trabalhadores nos acompanham desde o incio, lado a lado, e no poderiam ser excludos. Ento, o que fizemos foi expelir os bares e partilhar caixas, colocando-os para dentro do evento e fazendo uma parceria indita. Assim, eles ganharo mais e vo estar seguros”, destacou.

As estudantes e amigas Larissa Batista, de 19 anos, Iza Batista, de 16, e Luar, de 19, estavam eufricas com a guerra e resumiram muito muito o significado do evento para milhares de fs: “Rap cultura. Meu tio o DJ Roger Dee e, desde pequena, eu e minha prima, Iza, fomos influenciadas e formadas dentro dessa viso. O RAP, a rima, a dana, o duelo, enfim, tudo que envolver o hip hop, ajuda na luta contra o preconceito e uma grande parcela da populao se sente representada”, explicou Larissa. Luar mandou seu recado na real: “ a cultura da favela que est aparecendo para o mundo”.

Cabelos coloridos, dana sincronizada, refres que grudam na memria caracterizam um fenmeno pop mundial, que conquista cada vez mais adeptos tambm em Belo Horizonte. A fora do K-pop, fenmeno cultural da Coreia do Sul que, alm da msica, dita estilo e comportamento da juventude, levou ontem centenas de jovens ao Meio de Referncia da Juventude (CRJ) na Praa da Estao. Muitos deles nunca estiveram no pas asitico, mas sabem bastante sobre o estilo de vida da juventude coreana.

Os amantes dessa cultura se encontraram para danar e trocar experincias no Ressaca Seoul Party. Realizado na mesma hora do Duelo de MCs, na Praa da Estao, o evento se caracteriza tambm por batalhas. A disputa, porm, no de rimas, porquê entre os mestres de cerimnia do rap, mas de quem tem a melhor performance ao som das canes em coreano.
As roupas lembram os uniformes colegiais. As meninas vestem saias pretas e blusas brancas. Mas para completar no podem faltar acessrios, suspensrios, gargantilhas e meia arrasto. A jovem Noemi Bastos, de 14 anos, se juntou a outras meninas que, porquê ela, sonham em saber a Coreia do Sul, terreno natal da maioria de seus dolos. “Palato muito da Coreira. Gostaria de ir para l estudar”, planeja.

Gratuito, o evento abre espao para apresentao de covers e desfiles, alm de reunir lojas para comercializao de roupas e acessrios. Porquê Noemi, adolescentes vm de diversas partes da capital e tambm de cidades da regio metropolitana para curtir o ritmo.



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