‘Deus começou a tocar no meu coração’, diz Roni Peixoto, considerado o maior traficante de Minas – Rádio Itatiaia

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Você acredita em segunda chance? Acredita em salvação e recuperação? A reportagem da Itatiaia entrevista Roni Peixoto, indicado pela segurança pública porquê o maior traficante que Minas Gerais já teve. Ele é o introdutor do crack em Belo Horizonte e ocupou as páginas policias e inquéritos da polícia na dez de 1990 e de 2000. Atualmente, ele diz que trocou o tráfico pela igreja.

Tendo porquê base a Pedreira Prado Lopes, região Noroeste da capital, e indicado pelas autoridades porquê braço-recta de Fernandinho Beirada-Mar, Roni movimentou muito moeda, vendeu muito crack e esteve envolvido em violentas guerras do tráfico de drogas. A entrevista foi cedida na igreja evangélica templo dos milagres, no bairro São Benedito em Santa Luzia, na Grande BH. 

Em liberdade e quase completando 50 anos (24 deles vividos detrás das grades), Roni Peixoto garante ser um novo varão, convertido à religião e fora do transgressão. Roni abre o jogo para a Itatiaia em uma entrevista exclusiva e narra com detalhes a vida no tráfico, no transgressão e sobre a religião.

Roni Peixoto diz que entrou no mundo do delito em 1992, depois ser destituído do Bradesco, onde trabalhou porquê office boy e no setor de contabilidade. Ele diz que a esposa precisa de um medicamento.

“Nunca gostei de vender cocaína. Comecei a vender foi o crack e sempre vendi só o crack”, disse. Ele diz que foi um dos primeiros a vender a droga na Pedreira Prado Lopes. “Na estação, a maioria dos traficantes começou a fumar pedra. Todos na pedreira começou (sic) a fumar pedra. Logo, ficava mais era eu, que não usava e nunca usei droga. Foi onde que expandiu”. 

Convertido, ele diz que fica com o coração triste ao ver a cracolândia da Pedreira Prado Lopes, mas não se sente culpado por já ter quitado as contas com a Justiça. “É muito triste. Eu queria poder fazer um pouco para ajudar. Peço até na minha igreja mesmo, já falei até com o meu pastor para fazer qualquer projeto que possa ajudar”.

Peixoto também nega qualquer relação com Fernandinho Extremidade-Mar, um dos maiores traficantes do país. “Eu não conheço Fernando Orla-Mar, eu nunca vi o Fernando Margem-Mar, eu nunca tirei ergástulo para Fernando Cercadura-Mar, nós nunca teve (sic) no mesmo sistema, porque na era que eu estava recluso ela tava na rua e quando eu fui recluso ele fugiu”.  Roni diz ainda que a Fernandinho Extremidade-Mar traficava cocaína, droga que ele diz nunca ter comercializado.

Roni diz que se deu muito no mundo das drogas porque não era usuário. “Não tinha vício nenhum. A lucidez minha era mais isso”. 

Depois de quase 30 anos na vida da criminalidade, Roni Peixoto afirma cá na Itatiaia que a vida do transgressão não vale a pena. “O transgressão é ilusão. Um dia a conta vai chegar. Pode ter certeza”, diz.


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