Colatina vestiu com orgulho a camisa do América e honrou o véu

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O jogador, hoje com 57 anos, chegou ao Coelho em 1979 e figura entre os jogadores que mais vestiram a camisa da equipe

Colatina, 57, chegou ao América em 1979, vindo do interno capixaba. Ele era meia-direita, mas o treinador Mauricio Magalhães optou por aproveitá-lo na lateral direita. Naquela idade, o América era muito dissemelhante do que é hoje. O clube não tinha meio de treinamento, e os treinos eram realizados em Santa Luzia, na penitenciária de Ribeirão das Neves, em Pedro Leopoldo, e em outras cidades da Grande Belo Horizonte.

“Meus companheiros e eu roemos o osso”, diz Colatina, que ganhou sua primeira oportunidade no América com Jair Projéctil, em um clássico contra o Cruzeiro, em 1982. O jogador se deu muito, virou titular e foi escolhido o melhor do jogo. Ele foi considerado também o melhor lateral-recta do futebol mineiro em 1982 e tem muito orgulho desse título.

Colatina figura entre os jogadores que mais vestiram a camisa do América, totalizando 258 jogos. Fez vários gols, a maioria deles, de pênalti. Depois de dez anos de clube, em 1989, foi para o Avaí. 

Em Santa Catarina, o lateral jogou ainda no Joinville e no Tubarão, encerrando sua curso no Rio Grande do Sul, no clube Atlético de Carazinho.

Apesar de ter vivido bons momentos no Avaí, sua melhor período no futebol foi no América. No entanto, ele é reconhecido pelos torcedores de todos os clubes em que atuou. 

Colatina foi o único jogador do América selecionado para o jogo de despedida de Zé Carlos, ex-Cruzeiro, em 1983, quando “Zelão” estava no Villa Novidade. 

Lembranças

Sociável, o lateral sempre conversa com os antigos companheiros e participa do encontro dos ex-jogadores do América. Ao rever sua curso, ele relembra as dificuldades que enfrentou para se tornar um desportista profissional. Lembra-se ainda dos treinadores com quem trabalhou porquê Jair Projéctil, Paulinho de Almeida, Cento e Nove, Luiz Alberto e João Avelino. Ele dá risada quando recorda uma das frases de Avelino: “Quando penso que o Colatina vai fazer uma jogada de jogador da seleção brasileira, ele faz jogada de jogador do Sete de Setembro”.

Hoje, Colatina reside em Florianópolis e é presidente da Associação de Garantia ao Desportista Profissional de Santa Catarina (Agap-SC) e luta pelos direitos dos ex-jogadores.


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