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Cineclube por Reinaldo Glioche – iG Cultura » Os cinco melhores trabalhos de direção de 2018



O ano de 2018 nos ofertou grandes filmes porquê “Trama Fantasma”, “Nasce uma Estrela”, “Pantera Negra” e “Um Lugar Sombrio”, todos devidamente lembrados na lista dos melhores do ano do iG. Chegou a vez de primar os trabalhos de direção mais contundentes da temporada e a pilar os lista aquém.

Paul Thomas Anderson em “Trama Fantasma”

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O domínio da linguagem cinematográfica pelo diretor americano chega a espantar. Cá, além da sofisticação técnica e visual, há esmero narrativo incomum. Anderson é um cineasta que se pronuncia tanto na vulnerabilidade dos personagens porquê na potência dos conflitos. Sua direção firme e conscienciosa permite que “Trama Fantasma” seja um filme mais completo e multifacetado a cada revisão.

Spike Lee em “Infiltrado na Klan”

Spike Lee

Além da extraordinário direção de atores, a direção de Lee demonstra força pela conjugação intransigente do humor em um drama. Lee ilumina os ciclos de ódio na América com desfaçatez e fúria, mas o faz com extrema conhecimento narrativa.

Lars Von Trier em “A Moradia que Jack Construiu”

Lars Von Trier

O cineasta dinamarquês não é um sujeito muito querido, mas porquê entende dos códigos do cinema. A noção de câmera, o domínio da linguagem, o siso de ritmo… tudo flui as milénio maravilhas em seu cinema que procura continuamente o rebuscamento e sempre com certa verve expressionista. Em “A Lar que Jack Construiu”, Von Trier entra na mente psicótica de um facínora com a devida prestação de curiosidade e fascínio e apresenta um dos filmes mais divisores de 2018.

Alfonso Cuarón em “Roma”

Marina De Tavira as Sofia and Alfonso Cuarón directing Roma. Photo by Carlos Somonte

Marina De Tavira as Sofia and Alfonso Cuarón directing Roma.
Photo by Carlos Somonte

O cineasta mexicano esbanja virtuosismo técnico naquele que é seu filme mais pessoal. Os tilts e travelling de câmera não eram usados com tamanho talento no cinema há qualquer tempo. A maneira porquê Cuarón desvela essa trama de afetos é realmente cativante e sua direção é o maior predicado que o filme tem a ostentar.

Gabriela Amaral Almeida em “O Bicho Cordial”

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Encaminhar também é decorrer riscos e ninguém correu mais riscos do que Gabriela Amaral Almeida que fez desse seu gore um filme essencialmente político. Além da ótima direção de atores, dos ângulos inventivos em uma só locação, a cineasta se vale de algumas radicalizações de linguagem e metáforas visuais poderosas para ofertar um dos filmes mais instigantes e polivalentes da temporada.





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