Bar tem superlotação em show de pagode e é interditado em Narração Minas Gerais

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A Guarda Municipal (GM) e a Polícia Militar (PM) fecharam um bar, em Escrutinação, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite deste domingo (27), depois de um show de pagode. Segundo os agentes, o público era três vezes maior do que o permitido.

A GM chegou ao endereço, na Avenida João César de Oliveira, depois denúncias de vizinhos e de outras pessoas. Na lajedo havia muitas mesas, cadeiras e gente desrespeitando o distanciamento social.

De conciliação com o patrão de Ajuntamento da GM, Cássio Cunha, no lugar havia murado de 300 pessoas. Segundo a corporação, o gerente contou que não esperava aquela quantidade de clientes e, porquê o evento foi bastante divulgado nas redes sociais, ele acabou perdendo o controle.

Bar fica na Avenida João César de Oliveira, em Enumeração — Foto: Reprodução/TV Mundo

Ainda segundo a Guarda Municipal, o pagode chegou à superlotação, "sem se adequar às medidas preventivas previstas, porquê distanciamento de pessoas, uso de máscaras e álcool em gel, além de extrapolar às 23 horas".

Conforme o decreto de Escrutinação, é permitido o consumo de bebidas em bares. As apresentações musicais também estão liberadas, desde que sejam de forma isolada e sem contato com o público.

Cunha falou ainda que será apresentado um relatório para o Comitê de Enfrentamento da Covid-19 para que seja avaliada a premência de ajustes em novos decretos. Até o momento, mais de 500 pessoas já morreram por culpa da doença na cidade.

Em caso de reincidência, o bar será notificado.

Flagrantes de festas e aglomerações marcaram o término de semana na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Centenas de pessoas se reuniram em um dança funk em uma rua do bairro Morada Novidade, em Narração. Tinha cantor comandando a sarau, muita aglomeração e, pelo visto, ninguém usando máscara.

Em Betim, a sarau foi dentro de um bar, que fica em um meio de eventos, na Rodovia Fernão Dias. Por lá, também teve música ao vivo e muita gente dançando na pista.

Em nota, a prefeitura da cidade disse que não recebeu nenhum registro de denúncia referente ao estabelecimento. As denúncias de aglomeração na cidade podem ser feitas pelos seguintes canais: 153 da Guarda Municipal ou junto a Ouvidoria 3512-3453/3512-3315, ou

Em Sabará, tinha tanta gente reunida, que não dá para ter teoria da quantidade de pessoas no lugar. A sarau aconteceu em um bar, que fica na zona rústico da cidade. O uso de máscaras não foi obrigatório.

Em Santa Luzia, em uma quadra de esportes, que também é um bar, centenas de pessoas se reuniram. Tinha DJ comandando a sarau e muita bebida em cima dos tambores. O registro foi publicado nas redes sociais, no domingo à tarde.

Em nota, a prefeitura informou que equipes da Guarda Social Municipal estiveram no lugar e foi registrada ocorrência, que será encaminhada à vigilância sanitária para providências em relação ao estabelecimento.

Em Belo Horizonte, também teve sarau com muita gente reunida, em uma lar de eventos na orla da Lagoa da Pampulha. Teve filarmónica ao vivo, pessoas sem máscaras e sem respeitar o distanciamento.

Entre a capital e Ribeirão das Neves, os frequentadores participaram de uma sarau em um bar no bairro Maria Helena. Teve muita música e aglomeração.

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que o balanço da fiscalização dos estabelecimentos, que descumpriram os protocolos sanitários, será divulgado nesta segunda.

Sobre a sarau que ocorreu na orla da Lagoa da Pampulha disse que não pode responder, porque não tinha o endereço correto do imóvel. Sobre o evento no bairro Maria Helena, a prefeitura informou que o estabelecimento não pertence ao município.

A prefeitura informou ainda que, no dia 4 de dezembro, fiscais estiveram no lugar depois denúncia de aglomeração. E que o proprietário apresentou cadastro na Junta Mercantil do Estado de Minas Gerais (JUCEMG) para negócio em Ribeirão das Neves.

A Prefeitura de Sabará afirmou que a GM e a PM foram até o lugar, onde ocorreu a sarau. O lugar foi notificado. A prefeitura reforçou que é importante que a população denuncie.

A reportagem entrou em contato com a prefeitura de Ribeirão das Neves e, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.

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