Depois aumento de casos de COVID-19, Santa Luzia faz rodizio no negócio

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Prefeitura de Santa Luzia está monitorando o funcionamento do comércio e orientando a população sobre as regras © Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press Prefeitura de Santa Luzia está monitorando o funcionamento do negócio e orientando a população sobre as regras O movimento nas ruas de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi intenso na manhã desta segunda-feira (22), data em que começa a valer o novo decreto da prefeitura que restringe o funcionamento do negócio a dias específicos da semana de congraçamento com o tipo de resultado e serviço ofertado. Setores porquê barbearias, salões de formosura, lojas de roupas e lojas de materiais de construção devem funcionar em dias alternados. 

O enrijecimento das normas de funcionamento do negócio vem depois quase dois meses da reabertura. De lá para cá, houve aumento significativo no número de casos do novo coronavírus em Santa Luzia.

De pacto com o mais recente boletim da Secretaria de Estado de Saúde, 188 casos foram confirmados na cidade e quatro pessoas morreram em decorrência da doença.

Mas o salto nos casos não parece ser motivo suficiente para moderar a circulação de pessoas nas ruas. Na manhã desta segunda, muita gente resolveu ir às compras, e o movimento em bancos e lotéricas foi intenso.

Houve aglomeração nos pontos de ônibus e, enquanto alguns seguiram as recomendações dos órgãos de saúde e o decreto que obriga o uso de máscaras, outros insistiram em não utilizar a proteção.

Para Adriana Pereira, de 42 anos, a mudança no decreto pouco alterou sua rotina. “Não ligo para essas coisas porque eu tenho um senhor (Deus), e para mim tanto faz. Saio quando eu preciso, não preciso permanecer na rua todo dia, mas estou tranquila. Cada um tem sua livre frase de pensar. Cada um tem seu critério”, disse.  

Durante as próximas duas semanas só poderá funcionar todos os dias o negócio precípuo, porquê farmácias, supermercados e padarias.

Indústrias, construção social, transportadoras, bancos, lotéricas, clínicas e laboratórios podem funcionar de segunda a sábado.

Quadras, parques e praças da cidade serão interditadas.

Bares e restaurantes, poderão funcionar se aderirem a entrega por delivery.

Academias devem permanecer fechadas.

A relação com todos os estabelecimentos e dias de funcionamento estão disponíveis no site da Prefeitura de Santa Luzia. (www.santaluzia.mg.gov.br).

Neste primeiro dia, uma brecha no decreto da prefeitura permitiu que alguns comerciantes driblassem a mandamento. A reportagem acompanhou a abordagem da Guarda Municipal de Santa Luiza e, durante o patrulhamento, foram encontrados estabelecimentos que tinham alvará para comercializar diferentes itens, o que permitiu uma compreensão ambígua dos dias de funcionamento do rodízio.

Um exemplo é uma loja que comercializa bolsas e bijuterias. Porquê os dois segmentos estão autorizados para furar em dias alternados, na prática, a loja poderia terebrar todos os dias.  Jessica Ferreira, comerciante, vê um relaxamento da população da cidade nos últimos dias © Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press Jessica Ferreira, mercante, vê um relaxamento da população da cidade nos últimos dias   Jessica Ferreira, de 30, trabalha no negócio e demonstrou preocupação com a forma com a qual a população da cidade tem lidado com a pandemia:  “Acho que a população relaxou um pouquinho. Na Avenida Brasília, quando estava tudo destapado, você via mães de máscara e as crianças sem proteção, ou muita gente sem proteção, ou a ignorância do ser humano de descobrir que não é isso tudo que estão colocando. Dá susto né, porque os números aumentaram bastante, os óbitos em Minas, as mortes em Santa Luzia mesmo, foram de duas para quatro, logo é muito complicado".

Em um primeiro momento, o objetivo da abordagem da guarda foi de orientar os comerciantes com base no decreto. Estabelecimentos que não estavam seguindo a preceito foram fechados. Em caso de reincidência, esses comerciantes poderão ser multados. 

Segundo o decreto, podem funcionar às segundas, quartas e sextas lojas de autopeças, automotivos e oficinas; agências de veículos e locadoras; óticas, relojoarias e lojas de bijuterias; eletrodomésticos, móveis e colchões; artigos de festas e bomboniere; cosméticos e perfumarias; artigos eletrônicos e informática; embalagens e limpeza; lojas de conveniência e floristas; e boxes de números pares do Shopping Popular do Bairro São Benedito. 

Já às terças e quintas, são permitidas lojas de material de construção; armarinhos e utilidades do lar; leito, mesa e tecidos; vestuários e artigos esportivos; calçados, bolsas e acessórios; artigos de escritório, gráficas e papelarias; escritórios e lojas de serviços; despachantes e corretoras; barbearias e salões de formosura; e lojas de números ímpares do Shopping Popular do São Benedito.

Betim e Pedro Leopoldo 

Em Betim, na Grande BH, a prefeitura também adotou a partir desta segunda-feira um padrão de rodízio de serviços não essenciais semelhante ao que começou a vigorar em Santa Luzia.

Às segundas, quartas e sextas-feiras, lojas de móveis, eletrodomésticos, telefonia e livrarias estão autorizadas a furar. Nas terças, quintas e sábados, a liberação é para estabelecimentos que vendem roupas e calçados, salões de formosura e distribuidoras de bebidas por exemplo.

Já a Prefeitura de Pedro Leopoldo, também na RMBH, aderiu ao funcionamento mercantil intermitente. Nesse padrão, um grupo de negócio não forçoso volta a funcionar nas três primeiras semanas do mês (4 a 24) e na última semana (25 a 31), será fechado novamente, para que sejam mensurados os resultados dessa flexibilização. *Estagiária sob supervisão da subeditora Kelen Cristina [NOTICIA1604864] 


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