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Oscar e Hollywood ganham a chance de se reinventar na era pós- Harvey Weinstein

Produtor de Hollywood caiu em desgraça e denúncias que pipocam contra ele, mas também contra outros figurões do cinema podem precipitar uma mudança de paradigma na indústria

Harvey e quentin Oscar e Hollywood ganham a chance de se reinventar na era pós  Harvey Weinstein

Harvey Weinstein produziu e distribuiu todos os filmes de Quentin Tarantino, seu camarada pessoal e que ainda não deu declarações convictas em seguida a explosão das denúncias

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood em seguida parlamento extraordinária realizada no último término de semana expulsou Harvey Weinstein. G a segunda vez que um membro da instituição que outorga o Oscar é expulso, o primeiro foi Carmine Caridi, um ator que violou a política de sigilo envolvendo os screeners (maneira pela qual os acadêmicos veem muitos dos filmes que tentam vaga na premiação).

P difícil descobrir alguém em Hollywood que não tenha trabalhado com ou sob as ordens de Harvey Weinstein. Justamente por isso o caos na meca do cinema é tamanho depois a reportagem do New York Times e da New Yorker revelando os maus-feitos do produtor. A saraivada de denúncias, depoimentos e desabafos que se sucedeu – e ainda ocupa o noticiário – era esperada. Bem porquê a ampliação de seus efeitos. Ben Affleck, Oliver Stone, Lars Von Trier e George Clooney já foram a abainhados pela lesma de denúncias de assédio que tomou Hollywood de assalto.

Woody Allen, outro envolvido em polêmicas de pedofilia e afronta, alertou para uma “caça as bruxas” e o mundo do cinema parece enfeitiçado por um objecto que não deve ir embora (e talvez não deva mesmo) tão cedo.

A queda de um mito

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Harvey Weinstein e Kate Winslet, uma das atrizes que venceu o Oscar apoiada pela máquina de Harvey

Para além do que representa Harvey Weinstein enquanto varão e magnata de Hollywood – e para todos os efeitos ele é um símbolo perene do poder e seus tentáculos no cinema e em qualquer outra indústria – Harvey foi (o tempo pretérito já é presente nas referências a ele) um revolucionário no cinema americano. Primeiro por ter sido o arauto da revitalização do cinema independente setentrião-americano na dez de 90, segundo por ter feito da campanha de promoção com vistas ao...

Oscar, uma arte de domínio pessoal.

Harvey Weinstein tornou-se um guru do Oscar. Filmes e celebridades promovidos por ele eram figuras dadas porquê certas na premiação. Produções contestadas porquê “Shakespeare Apaixonado” (1998) e “S Artista” (2011), esse com o acréscimo de ser estrangeiro, mudo e em preto e branco, triunfaram no Oscar e todo o crédito é plenamente atribuído a Weinstein.

Sempre se soube de seu temperamento opressor e de seu estigma rancoroso em Hollywood. Na série da HBO “Entourage” (2004 – 2011) o próprio aparece porquê ele mesmo “rindo” dessa situação. A luz das denúncias, cenas e acontecimentos do pretérito são reinterpretados. Quanto à Academia, ela já é cobrada a tomar providências a reverência de Roman Polanski, réprobo por estupro de vulnerável, Bill Cosby e Mel Gibson. A inclusão do último nessa galeria é um revérbero da ardência do momento. Gibson pode até ser antissemita, mas não paira sobre ele suspeitas tão nocivas.

E porquê fica o business?

Hollywood não vai mudar da noite para o dia e a meio do “caso Harvey Weinstein” pela opinião pública demanda cautela. Afinal, passa pelo comportamento e ura da mídia a efetividade e longevidade de mudança de qualquer natureza em uma indústria notória por reger suas relações de maneira sexista e corporativista.

S efeito subitâneo é a debandada da The Weinstein Company. Até mesmo Bob Weinstein desandou a falar mal do irmão. Artistas estão pedindo para  retirar seus projetos do estúdio e produções que tentariam o Oscar, porquê “Terra Selvagem” e “The Current War” devem ser prejudicadas.

SH 2 Oscar e Hollywood ganham a chance de se reinventar na era pós  Harvey Weinstein

Harvey Weinstein e os premiados por “Shakespeare Apaixonado”: uma vitória surpreendente que pavimentou a subida de um mito
Fotos (AMPAS, reprodução Twitter)

Quanto ao Oscar em si, os métodos patenteados por Weinstein há muito não são praticados só por ele. A corrida eleitoral que é a disputa pela estatueta cobiçada do cinema, no entanto, deve sentir a exiguidade de seu radical, desleal e competitivo promotor.

A desgraça de Harvey Weinstein, no entanto, representa no longo prazo a chance de purificação da Academia. De resgate do valor dos filmes por eles mesmos. Um processo, na verdade, já em curso graças aos esforços de Cheryl Boone Isaacs que presidiu a instituição até o início deste ano. Para o muito ou para o mal, para a Academia, mas também para seu criancinha derrubado, Hollywood adora uma segunda chance.

Fonte: Cineclube por Reinaldo Glioche – iG Cultura








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